MEMÓRIAS
...e muitos outros.
TODOS OS DÉRBIS QUE VI AO VIVO:
...e muitos outros.
TODOS OS DÉRBIS QUE VI AO VIVO:

Podia juntar aqui outros jogos, nomeadamente com o FC Porto (golo anulado a Pizzi na Luz, falta sobre Ferro antes de golo do FC Porto no Dragão, penálti por assinalar por corte com a mão no jogo dos Eusébios, etc, etc). Mas esta ilustração já chega para me sentir preocupado quanto à presença de Soares Dias no dérbi. Com a pressão que tem sido feita, está criado o caldo perfeito para que o Benfica seja esbulhado, e o FCP se possa aproximar da liderança, com os idiotas úteis de Alvalade a aplaudir.
Talvez haja muita matéria que não seja do conhecimento público. Daquilo que se sabe na comunicação social, o que eu faria era:
- Punir o jogador pela ausência à revelia das indicações do clube (multa, e eventual suspensão para o jogo com o Portimonense);
- Explicar-lhe que ninguém está acima do clube, que ninguém o obrigou a assinar o contrato, e que será vendido no momento próprio, salvaguardando os interesses de todas as partes. E ainda que este tipo de atitudes não o valorizam, nem aos olhos dos adeptos, nem aos olhos do mercado;
- Preparar desde já a sucessão, intensificando a abordagem ao mercado;
- Havendo propostas acima de 100 milhões, vender já.
Devo confessar que não tenho sido justo com Gonçalo Ramos. Afinal é um puto, e talvez seja mesmo o homem certo para, no eixo do ataque, levar o Benfica às conquistas.
Em minha defesa digo também que sempre lhe vi bastante futuro. Não lhe via era o presente que agora, de forma esmagadora, nos entra pelos olhos dentro.
O jogo com o Penafiel merecia outro desfecho. O Benfica entrou bem, e mostrou durante quase todo o tempo que a Taça da Liga não é para brincadeiras. Foi pena não ter goleado, ficando agora obrigado a vencer em Moreira de Cónegos. Foi o 27º jogo sem perder. 33º contando com a pré-época.
DISPONÍVEIS: Odysseas Vlachodimos, Helton Leite e Leo Kokubo; Gilberto, Lucas Veríssimo, João Victor, Alex Grimaldo, André Almeida, John Brooks, Morato, Mihailo Ristic e Gil Dias; Florentino Luís, Chiquinho, David Neres, Rafa, Diogo Gonçalves, Julian Draxler, Cher Ndour, Martim Neto e Diego Moreira; Petar Musa e Rodrigo Pinho.
SELECÇÃO PORTUGAL: António Silva, João Mário e Gonçalo Ramos.
SELECÇÃO ARGENTINA: Nicolas Otamendi e Enzo Fernandez.
SELECÇÃO DINAMARCA: Alexander Bah.
SELECÇÃO SUB 21: Samuel Soares, Paulo Bernardo e Henrique Araújo.
LESÕES: Fredrick Aursnes.
Plantel disponível:
Helton Leite e Kokubo; Gilberto, Lucas Veríssimo, João Victor, Grimaldo, Brooks e Ristic; Florentino, Chiquinho, David Neres, Rafa, Diogo Gonçalves e Gil Dias; Petar Musa e Rodrigo Pinho.
A partir do 2º jogo também Vlachodimos, Paulo Bernardo e Henrique Araújo.
Lesionados: Morato, Aursnes e Draxler.
Jogos:
DOMINGO, 20/12, 19.00h: Estrela da Amadora (fora)
SÁBADO, 26/11, 20.45h: Penafiel (casa)
SÁBADO, 17/12, 19.00h: Moreirense (fora)
(?) QUINTA, 22/12: Arouca ou Santa Clara (casa)
PS: Confesso que me esqueci do André Almeida. Mas também não sei se ele efectivamente conta. Quanto ao Morato, não tenho a certeza de estar disponível para o primeiro jogo. E os da equipa B, com excepção do Samuel Soares e do Paulo Bernardo (nos sub 21), estão obviamente à disposição de Roger Schmidt.
É assim que eu gosto: jogo resolvido nos primeiros minutos, e segunda parte tranquila até a sonolência.
O jogo com o Chaves não foi só isso. Houve bom futebol e mais algumas jogadas maravilhosas. Houve cinco golos, poderiam ter sido oito.
Este Benfica seduz, empolga e faz sonhar qualquer um. Até agora é dos melhores do meu tempo, e a cada jornada que passa mais me convenço de que será assim até ao fim. Veremos.
Pena não haver ali um Cardozo, ou um Mitroglou (já nem peço um Jonas...) , que materialize muitas das oportunidades desperdiçadas. Ainda assim Ramos é o melhor marcador do campeonato - e é também um jovem com muito futuro, que não devia ter ainda tamanha responsabilidade sobre as costas. Talvez Janeiro traga uma surpresa.
Pode dizer-se que a expulsão precoce de Eustaquio condicionou o jogo. Mas sendo ela indiscutível, tratou-se tão somente de um momento de sorte, que o Benfica acabou por merecer.
As mexidas ao intervalo, depois de uma primeira parte pouco conseguida, deram luz ao Benfica. Sobretudo por via da entrada de Neres, que deu posse de bola e acutilância. O Porto teve dez minutos de pressão entre os 75 e os 85, e com excepção desses momentos, a segunda parte foi do Benfica.
Rafa decidiu, mas foi Neres a chave que abriu as portas da vitória. Abaixo deles houve algumas exibições boas, outras razoáveis, e algumas menos felizes. Isso agora pouco interessa. Os três pontos é que contam, e venha a Juve.
O árbitro teve uma actuação imaculada, surpreendendo pela coragem que teve ao resistir a todas as pressões, simulações e provocações que são habituais naquele estádio.