TÍTULOS EM CIMA DA MESA

Com 35 troféus já conquistados, os que ainda estão em cima da mesa são os seguintes 24:

6 comentários:

Anónimo disse...

GOOD MORNING VIETNAME

Anónimo disse...

GOOD MORNING VIETNAME

Anónimo disse...

Oh LF, deixe lá de meter este diapasão de conquista de troféus nas modalidades de formação.
A formação serve para formar. É esse o objetivo. E “vencer” é muitas vezes contrário ao objetivo.

Anónimo disse...

Entretanto… seremos alguma vez brindados com o balanço do futebol da época passada, LF?

Em anos anteriores, fazia-o.
Agora, parece que não importa.

Anónimo disse...

não pode. Tem que se agarrar a essas magras vitórias para justificar o completo desastre que é o futebol sénior masculino (e outras modalidades de relevo, já agora)

LF disse...

É simples:
Mesmo sem férias nem pré-temporada: Supertaça, ganhou / Pré-eliminatórias da Champions, passou-as / Fase regular da Champions, passou / Taça da Liga, fracasso na meia-final (vá ler o que escrevi na altura) / Taça de Portugal, eliminado no Dragão, numa noite de infelicidade em que merecia mais / Campeonato, sem derrotas, com muitos erros de arbitragem a penalizar e a favorecer outros (que dariam, pelo menos, para o 2º lugar e o acesso à próxima champions), perante uma época excepcional do FC Porto (pelo menos em pontuação), e com alguns pontos perdidos de forma absolutamente indesculpável (Casa Pia duas vezes, Santa Clara e Rio Ave, e só aqui estão os oito pontos de diferença para o Porto).
O balanço é este, e toda a gente o conhece. Quando não se ganha o campeonato, o balanço é sempre negativo, logo, foi uma época negativa.
Isto são factos, se falarmos de estados de alma, também fiquei aborrecido, como todos os benfiquistas. Houve jogos em que me revoltei com a arbitragem, e também com a própria equipa (meia-final da TL e Casa Pia, sobretudo estes). Se houvesse verdade desportiva a equipa teria ficado no 2º lugar, em vez do Sporting. Mesmo assim era mau, pois ao Benfica só interessa o título.
Espero que a próxima seja melhor, sendo que, por motivos de mera infelicidade, vamos ter de começar tudo do zero outra vez.