OU HÁ SILÊNCIO, OU COMEM TODOS
Por mim, o silêncio de jogadores e técnicos durava até ao fim da época, e podia mesmo prolongar-se nas próximas. Aliás, com uma variante: falavam quando queriam (e só José Mourinho).
As declarações depois, e sobretudo antes, dos jogos, não têm interesse nenhum. Apenas servem para encher grelhas televisivas, ou fazer tiro ao alvo para criar folclore.
Além disso, a comunicação social, como a arbitragem, como a disciplina e a justiça do futebol, são hoje às riscas verdes. Há uma sobrerepresentação de sportinguismo nos media, que não corresponde à dimensão popular e social dos clubes. Depois, o Benfica é que vende. E quando está mal ainda vende mais. Isso faz das conferências de imprensa uma tourada. Bruno Lage, sem o estatuto e a estaleca de Mourinho, foi um alvo sistemático. Mas nem o "Special One" consegue lidar com tamanha hostilidade.
Por isso eu deixo uma proposta: o treinador só voltaria a sentar-se na sala de imprensa quando aqueles que decidem tantos jogos, os árbitros, também o fizessem. Ou há circo para todos, ou não há palhaço para ninguém.
Além disso, a comunicação social, como a arbitragem, como a disciplina e a justiça do futebol, são hoje às riscas verdes. Há uma sobrerepresentação de sportinguismo nos media, que não corresponde à dimensão popular e social dos clubes. Depois, o Benfica é que vende. E quando está mal ainda vende mais. Isso faz das conferências de imprensa uma tourada. Bruno Lage, sem o estatuto e a estaleca de Mourinho, foi um alvo sistemático. Mas nem o "Special One" consegue lidar com tamanha hostilidade.
Por isso eu deixo uma proposta: o treinador só voltaria a sentar-se na sala de imprensa quando aqueles que decidem tantos jogos, os árbitros, também o fizessem. Ou há circo para todos, ou não há palhaço para ninguém.
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