ENROLEM AS LINHAS
Não, o golo do Gil Vicente não é fora-de-jogo. Sim, o golo de Diomande nas Aves é fora-de-jogo. Situações, de resto, bem decididas pelos bandeirinhas, e não contestadas por ninguém em campo.
Ora não há linhas que me convençam do contrário. Continuam a enganar os parvos com esta geometria de taberna, que não passa de uma mentira bem contada, e que não só está a desvirtuar os resultados dos jogos, como a comprometer o seu momento soberano: o festejo espontâneo dos golos.
Varandas que continue a dizer que o Sporting é prejudicado. Pelos vistos dá resultado. Já sabíamos que, em Portugal, quem chora mama. Mas é sempre pertinente confirmar a evidência.
E já agora, se o mundo está de pernas para o ar, porque raio o futebol não haveria de estar?
3 comentários:
O campeonato 2023/24 foi dado aos sapos com ajuda das "linhas tortas" aVARiadas. Puxem os vídeos atrás. Confere!
"And now, for something completely different".
A minha intuição não me larga e ando a matutar nisto há meses.
É minha opinião que o João Félix para o ano tem de ser resgatado para o Benfica. Assim como o Bernardo Silva. O Lage irá tomar boa conta deles e integrá-los na equipa como deve ser.
Serão recebidos de braços abertos. O Rui Costa que se ponha em campo e comece a pensar nisso. Provavelmente até já pensou.
Podes acrescentar o Nelson Semedo...
O VAR anda a ser usado de forma abusiva e contrária ao espírito do jogo e das suas leis.
O fora de jogo serve para impedir que um jogador tire vantagem de uma posição ilegal. Ninguém tira vantagem pela diferenças que não sejam visíveis a olho nu. Os foras de jogo não deviam ser avaliados com linhas, mas apenas parando a imagem e no máximo traçando uma linha para ajudar quando os jogadores estão longe no campo.
Na ausência de sensor na bola a análise deve ser feita parando a imagem frame a frame, e se houver frames onde não seja claro e óbvio que o jogador está adiantado o lance deve prosseguir. O critério também deve ver os pés, e não o corpo, joelho, sovaco, etc.
Os penaltis de VAR são ainda piores.
A mão é o caso mais gritante. Para haver infração o infractor tem de ser o agente, ou seja, tem de haver intenção de jogar a bola com a mão ou um movimento intencional que leve a bola a bater na mão. Notem que isto é diferente da patacoada da dita "posição natural" com os braços encostados ao corpo. Ou seja, um jogador que não veja a bola nunca pode ser sancionado, nem um jogador que esteja em queda e não consiga evitar o contacto, mesmo os braços não estejam na posição "de matraquilho".
E os contactos na área têm de ser validados pelo árbitro de campo, e sempre em velocidade normal, mesmo após o visionamento da imagem em câmara lenta. Não pode ser decidido um penalti com base numa imagem parada que mostra um toque, porque isso é enganador. Além disso, tem de ser ter em conta o impacto no lance, intencionalidade, etc. Uma decisão de penalti, contrariamente ao fora de jogo, é subjectiva e deve continuar a sê-lo.
Deixem os árbitros ser os juízes do jogo e interpretar/aplicar a lei. Uma aplicação literal ou mecânica da lei não é justiça.
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