QUEM LHES SUCEDERÁ?

URUGUAI 1930
ITÁLIA 1934 
ITÁLIA 1938 
URUGUAI 1950 
ALEMANHA 1954 
BRASIL 1958 
BRASIL 1962 
INGLATERRA 1966 
BRASIL 1970 
ALEMANHA 1974 
ARGENTINA 1978 
ITÁLIA 1982 
ARGENTINA 1986 
ALEMANHA 1990 
BRASIL 1994 
FRANÇA 1998 
BRASIL 2002 
ITÁLIA 2006 
ESPANHA 2010 
ALEMANHA 2014 

SPORTING EM MODO DISNEY


PONTO DE SITUAÇÃO

Muitos destes vão sair. Alguns irão entrar. Este é, a 13 de Junho, o quadro de jogadores à disposição do Benfica para formar o seu plantel de 2018-19.

O MUNDIAL - de 1930 a 2014, todas as finais

1930

1934

1938

1950

1954

1958

1962

1966

1970

1974

1978

1982

1986

1990

1994

1998

2002

2006

2010

2014

NÃO FOI ASSEDIADO? DEVIA SER!

Um guarda-redes experiente, de qualidade, para seis ou sete anos, a custo zero. Excelente profissional, que sempre respeitou os adversários.
Por mim, tem a porta aberta.

MODALIDADES, UM OLHAR

Atente-se ao quadro que representa o ponto de situação das principais modalidades colectivas em 2017-18. De notar que o campeonato de Hóquei em Patins será disputado entre Sporting e FC Porto, o de Basquetebol entre Benfica, FC Porto e Oliveirense, e o de Futsal entre Benfica e Sporting. Junta-se o Futebol para dar o enquadramento necessário.
Veja-se também o palmarés do Benfica, nas várias modalidades, nos dez anos precedentes:


De facto, para quem estava tão habituado a ganhar tudo ou quase tudo, a corrente época deixa um travo amargo na boca - sobretudo pela forma como foram perdidos dois campeonatos (Hóquei em casa, e Vólei depois de estar a uma bola do título, aos quais poderia acrescentar-se uma Taça de Basquetebol desperdiçada diante do modesto Illiabum). Mas ainda assim o Benfica já leva troféus em todas as modalidades, podendo ainda vencer mais alguns.
Para a época que se avizinha, haverá que ponderar melhor a distribuição de investimentos pelas várias equipas - nomeadamente quanto à contratação de atletas estrangeiros (Andebol, Vólei e Basquete precisam de substituir quase todos eles). Veremos o que resulta do caso "Cashball", mas haverá que encontrar formas de combater os gastos megalómanos do vizinho da Segunda Circular, sem ir atrás, mas também sem ficar para trás. E nesse sentido, uma aposta demasiado optimista na formação pode revelar-se perigosa, correndo-se o risco de formar para depois ver partir os melhores rumo ao rival e seus salários milionários.
Assim parece-me de fazer o seguinte:
HÓQUEI - O plantel está praticamente formado, com a saídas de Trabal, Tiago Rafael e João Rodrigues, e as entradas de Marco Barros, Xavi Cardoso e Lucas Ordoñez. A meu ver ficará mais fraco, e a manter-se a força da concorrência, duvido que, assim, o Benfica possa recuperar o título. Ainda tenho esperança na contratação de mais um defesa, havendo naturalmente que recorrer ao mercado espanhol. Pedro Nunes já ganhou tudo, e merece ficar. Não esquecer que esta é uma modalidade que está sempre mais perto de conquistas internacionais, mas também onde o mercado de contratações é bastante limitado.
BASQUETE - A ver vamos o que resulta da meia-final com  o FC Porto, mas saída de Antoine Robinson revelou-se dramática para a competitividade da equipa encarnada. Pitts e Todic estão longe de convencer, e Carlos Morais ganha dinheiro demais para aquilo que rende. Há que promover uma considerável renovação da equipa, que deveria passar também pelo comando técnico (outra enorme desilusão). E, sobretudo, ter mais critério na escolha dos estrangeiros.
FUTSAL - É cedo para qualquer análise, pois o verdadeiro tira-teimas será a previsível final com o Sporting. Devo dizer que estranhei um investimento tão grande quando o Benfica tinha ficado fora da Uefa Cup (logo no ano em que havia acesso para dois...). Estão por provar algumas das apostas, mas é indiscutível que a equipa está melhor do que na temporada anterior, não se sabendo se o suficiente para ultrapassar o megalómano rival. Quanto ao treinador, terá neste Play-off a sua oportunidade de mostrar o que efectivamente vale.
ANDEBOL - Terá sido a equipa que cresceu mais, alcançando um brioso segundo lugar no Campeonato, e uma surpreendente vitória na Taça. Tem aquele que é, provavelmente, o melhor treinador de todas as equipas do Benfica, mas é difícil destronar o plantel mais caro da história do Andebol português (o do Sporting), bem como os apoios subterrâneos que teve. Há que renovar os estrangeiros da equipa, que esta temporada estiveram longe de ser uma mais valia.
VOLEI - Perdeu o Campeonato ingloriamente, quando, já na negra, em Alvalade, esteve a uma bola da vitória e do título. Foi pena que alguns dos estrangeiros contratados não tenham provado grande qualidade, mas ainda assim a equipa bateu-se bem, e acabou por ficar com a Taça de Portugal. Já se sabe que haverá novo treinador. Espera-se que ganhe tanto como ganhou José Jardim. Para isso haverá que ter melhor critério na escolha dos estrangeiros.

NADA FÁCIL...

Este é o lote de equipas que o Benfica poderá apanhar nas eliminatórias que terá de fazer para chegar à fase de grupos da Champions League. O Basileia da Suíça também faz parte do lote de qualificados, mas sendo a equipa com melhor ranking a seguir ao Benfica, será sempre, em todas as fases, cabeça-de-série tal como o Benfica, nunca se encontrando.
Na 2ª pré-eliminatória, ainda sem Benfica, participam Basileia, Ajax (cabeças-de-série), Paok e Graz. Destes clubes, dois seguirão para a 3ª pré-eliminatória.
Nessa 3ª eliminatória entrará o Benfica, tal como Dinamo de Kiev, ambos como cabeça-de-séries, sendo também cabeças de série Basileia e Ajax, se lá chegarem. No lote de possíveis adversários nessa fase estarão Fenerbahce, Spartak, Standard e Slávia. 
Os quatro vencedores da 3ª pré-eliminatória passam ao Play-off. Aí, o Benfica poderá encontrar qualquer das equipas (excepto o Basileia, pelos motivos acima mencionados), dependendo dos resultados anteriores. Se o Basileia for eliminado antes do Play-off, o Dinamo de Kiev será cabeça-de-série em seu lugar.
O sorteio será a 23 de Julho. Os jogos da 3ª pré-eliminatória a 8 e 15 de Agosto, e os do Play-off a 22 e 29 do mesmo mês.

NUNO SARAIVA "MORREU"

Este a partir de hoje não pode dizer nada. Está atado, bloqueado, desportivamente morto. Terá de engolir o próprio vómito. 
Chiuuuu! Caloouuu!

A CLAQUE LEGAL


UM MAL MENOR

Numa época falhada, o 2º lugar foi o mal menor.
Seria extremamente cruel que o Benfica, que comandava o campeonato a 5 jornadas do fim, que foi francamente melhor que o Sporting nos dois jogos entre ambos, ficasse fora a primeira Europa.
Não dá para festejar, mas dá para respirar fundo, e preparar a próxima época com serenidade.
Aprender com os erros, não os repetir, e voltar em grande. Rumo ao 37º-

É SIMPLES


O GOLO

Não são as fintas, não são os passes, não são os cruzamentos. Não são as reviengas, não são as rabonas, não são as chicuelinas. O que decide os jogos são os golos.
A verdade é que, sem Jonas, em dois jogos decisivos (FC Porto e Sporting) o Benfica não logrou marcar um golo. E, sem golos, tudo o resto não serve para nada.

HISTÓRICO DO DÉRBI

NOTA DE DESTAQUE: Nos últimos 23 dérbis para o campeonato,11 vitórias, 9 empates e apenas 3 derrotas

Um pouco desactualizado, mas aqui vai. Os Meus Dérbis

SEM DRAMAS

O Benfica perdeu o campeonato. Já não estava habituado.
Sem dramas, há que perceber o que falhou. E na próxima época voltar a vencer.
No futebol há que saber ganhar e saber perder. O Benfica soube ganhar, e agora tem de saber perder, pois desta vez houve quem fosse melhor.

NA LUTA

É mesmo até ao fim. De cada jogo, e do campeonato. O Penta ainda é possível!

RAZÕES PARA ACREDITAR

Como se vê, repetindo-se, nos jogos que faltam aos dois candidatos, os resultados de qualquer uma das quatro temporadas anteriores, o Benfica sagrar-se-ia campeão. O FC Porto não ganha nos Barreiros desde 2012, e nas últimas quatro temporadas só uma vez venceu em Guimarães. Acresce que ainda na temporada passada empatou em casa com V.Setúbal e Feirense.
Vale o que vale, mas pelo menos faz acreditar que é possível.

NÃO ACABOU!

Um pontapé fortuito à beira dos noventa minutos decidiu um “Clássico” que, até então, parecia demasiado embrulhado para ter golos.
O futebol é assim: inopinável, aleatório, e por vezes cruel. Perdemos o jogo, e desse modo caímos para o segundo lugar, a dois pontos da liderança.
Há pouco mais de um mês, quando a distância de cinco pontos parecia inamovível, muito provavelmente compraríamos esta classificação para esta jornada. As expectativas criadas entretanto com a súbita ascensão ao primeiro lugar, e agora a perda do mesmo, condicionam, como é óbvio, o estado de espírito da nação benfiquista, tornando-o permeável a um certo derrotismo.
Mas é preciso lembrar que o campeonato não acabou com aquele pontapé. Faltam quatro jornadas, e há doze pontos em disputa. O nosso adversário ainda tem, por exemplo, de se deslocar à Madeira e a Guimarães. Tudo é possível.
O desafio que se nos coloca neste momento é o de continuar a acreditar. Continuar com o foco no “Penta”, pois só assim poderemos vir a estar em condições de aproveitar um eventual deslize do rival. Há que garantir quatro vitórias, e deixar as contas para o fim.
O verbo “desistir” não se conjuga com o substantivo “Benfica”. Não é essa a nossa matriz identitária. E é nos momentos mais difíceis que temos de ir ao fundo da alma buscar a crença dos verdadeiros campeões.
A história do futebol está recheada de situações inesperadas e surpreendentes. Sabemos bem que só a matemática dita os vencedores e os vencidos.
Estamos a dois pontos, e lutaremos pelo título até à 34ª jornada.
Até lá, continuemos unidos no grito: Força Benfica!

ACENDER A LUZ

Todos os jogos são iguais, mas há uns mais iguais do que outros. É o caso do “Clássico” do próximo domingo, cujo resultado poderá vir a ser preponderante nas contas finais do título.
Uma vitória colocar-nos-á em posição privilegiada para chegar ao desejado “Penta”, atirando com toda a pressão para cima dos rivais. Uma derrota retirar-nos-ia a liderança, deixando-nos dependentes de terceiros com apenas quatro partidas por realizar. Um empate manteria tudo em aberto para os jogos seguintes, sendo que um deles irá ser disputado no terreno do terceiro classificado.
Chegados aqui após uma recuperação notável, traduzida numa sequência de 37 pontos em 39 possíveis, e num dos mais realizadores ataques da história recente do futebol português (75 golos em 29 jogos), só temos motivos para acreditar na nossa equipa. A vitória obtida no Bonfim, num jogo extremamente difícil e que apelou ao espírito combativo dos jogadores, reforçou essa crença. Somos melhores, e merecemos, mais do que quaisquer outros, vencer este Campeonato.
Um estádio cheio de gente e de mística terá de ser o 12º jogador a empurrar a equipa para o triunfo. Vamos pois acender a Luz.

É ASSIM:

2005-06

2009-10

2013-14

PROBLEMAS MENTAIS?

Por mim, estou divertidíssimo. E espero que não me privem já do meu boneco favorito.
Mas se pensar no futebol, e no desporto em sentido lato, não posso deixar de me solidarizar com os verdadeiros sportinguistas. Até porque já houve disto no Benfica.
Sorte daquela gente ter um plantel de grandes profissionais, e um treinador experiente que tem sabido segurar as pontas de um clube à beira de ser destruído por um desequilibrado mental.
Ou se trata de uma questão do foro médico (que teremos de respeitar), ou então estamos perante a figura pública mais estúpida do país, e a maior anedota da história do desporto português.
Em qualquer dos casos, e infelizmente para o Benfica, não vai durar muito tempo na sua cadeira.
Mas, é importante que se diga, há muitos saraivas atrás de si. E os 90% da última AG, se verdadeiramente existem, são cúmplices de tudo isto.


COM SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS - faltam 5


A FESTA DO GOLO - o melhor ataque dos últimos 30 anos

Conforme se pode ler no quadro acima, o Benfica de 2017-18, com uma média de 2,61 golos por jogo (73/28), tem o melhor ataque do futebol português dos últimos trinta anos. 
Do quadro consta o melhor ataque de cada campeonato. Em 15 ocasiões esse melhor ataque foi do FC Porto, em 14 do Benfica, e por uma vez do Sporting. Mas nunca, nesse período, a média de golos de qualquer equipa foi superior à deste Benfica.
A segunda melhor marca é a da primeira temporada de Jorge Jesus na Luz (2009-10, com 2,60 golos por jogo), enquanto a terceira volta a ser de Rui Vitória (também na sua época de estreia, em 2015-16, com 2,59 golos por jogo). A quarta e a quinta posição são ainda do Benfica, ambas com Jorge Jesus, respectivamente 2012-13 (2,57, que não chegou para ser campeão) e 2014-15 (2,53).

O primeiro registo sem ser do Benfica é o do FC Porto de Fernando Santos, em 1989-99 (ano do "Penta" portista), com uma média de 2,50 golos por partida.
Já agora, para encontrar uma performance superior à desta temporada benfiquista, há que recuar até 1984, segundo ano de Eriksson, quando os encarnados marcaram 86 golos em 30 jogos, o que dá uma média de 2,87.

MANUAL DE COMO ESTIMULAR UM ADVERSÁRIO

Chamar "labrego" ao presidente adversário pode ser um bom princípio. Sobretudo quando se vai jogar no campo dele.
Este artista não falha. Depois de estimular o Benfica de 2015-16 até aos limites, retirando um título que a sua equipa e o seu treinador até poderiam ter ganho, agora colocou o seu clube uma vez mais fora da carroça, arriscando-o a perder, inclusivamente, a terceira posição.
A seguir é só escrever que a culpa é do treinador ou dos jogadores, e assim desmotivá-los ainda mais.
Este é, decididamente, um cromo que faz falta nas cadernetas...dos adversários.
E vão seis campeonatos a chuchar no dedo.

BERREM MAIS!

O futebol português está a tornar-se um lugar irrespirável.
Tudo começou com o alimentar de uma guerra norte-sul que só servia as ambições de poder de alguns. Depois veio o Apito Dourado, quando para ganhar valia tudo, desde receber árbitros em casa nas vésperas de jogos, até espancar jornalistas não-alinhados.
Quando as coisas pareciam acalmar, chegou à presidência do nosso rival lisboeta um guerrilheiro lunático e mimado, para quem o caminho do sucesso passa por insultar o Benfica e os benfiquistas. Sucesso não alcançou, mas o resto não tem faltado.
Como se não bastasse, apareceu um sinistro diretor de comunicação mais a norte, com uma antiga e irrefreável azia anti-benfiquista, a atacar-nos por todos os meios - mesmo se criminosos, como a sistemática divulgação de correspondência privada, roubada sabe-se lá por quem.
Tudo isto encontrou um caldo mediático no qual as televisões se digladiam por uma migalha de audiência, perdendo o rigor e a compostura; e um caldo de justiça em que o Ministério Público investiga com inusitado zelo tudo o que aparece nos jornais, como o inqualificável “caso” Centeno evidenciou.
Não tenho grandes esperanças de que as coisas venham a melhorar, sobretudo enquanto o Benfica continuar a vencer. Título a título, tem sido uma tradição (Estoril, túnel, colinho, vouchers e agora mails). Quatro títulos seguidos, o barulho aumenta.
Pouco importa. O que nos seduz e apaixona passa-se dentro do campo. Aí, ganhámos 0-2, estamos a dois pontos da liderança, e só dependemos de nós para chegar ao “Penta”.

De resto, podem continuar a berrar que nós já nem ouvimos.

E IGNORÁ-LO?

É assim, a lembrar constantemente uma morte, e a atribuir culpas pela mesma, que se combate a violência?
Segundo o maior incendiário do futebol português, parece que sim.
Na verdade, combater a violência passa, antes de mais, por ignorá-lo, e ignorar tudo o que ele diz. 


COM ALMA

Num terreno difícil (para quando o fim de campos destes na 1º liga?), e perante um adversário arreganhado, o Benfica realizou uma excelente exibição. O resultado peca por escasso. Só à conta de Rafa ficaram duas bolas nos ferros, e uma perdida isolado.
Mais uma final ultrapassada. Faltam 7, todas na zona de Lisboa.

AS FINAIS


...E O MUNDO MUDOU


PS: Será que Sérgio Conceição se recorda do Benfica-V.Guimarães de 2015-16, a três jornadas do fim, e do anti-jogo que fez na Luz?

SERENIDADE

Qualquer novidade relativa a este, ou a outro caso, que envolva o Benfica, é, e será, sempre aproveitada pelos rivais, e pelos seus pontas-de-lança na comunicação social, para fazer ruído, misturar coisas, e embrulhá-las de forma a parecer aquilo que não são.
O que temos é um funcionário do Benfica (com responsabilidades, é certo, mas profissional, ex-Porto, ex-Boavista, sem nunca ter pertencido aos órgãos sociais do clube da Luz), e que já era o único arguido do caso dos e-mails, agora detido por suspeitas de corromper funcionários judiciais a troco de informações sobre o processo (eventualmente com o propósito de se defender).
A suspeita é grave, e a confirmar-se impediria, obviamente, que Paulo Gonçalves continuasse a exercer funções no clube. Mas antes é preciso que a suspeita se confirme, e dela se faça prova. Até lá, há que manter a presunção de inocência, que quando toca aos outros não tem interesse nenhum, mas quando nos toca já é importante.
É importante também salientar que estamos a falar de suspeitas que nada têm a ver com a regulamentação desportiva, nem vejo como possam ser nela enquadradas. Mesmo supondo que Paulo Gonçalves era de facto culpado daquilo que se diz, dificilmente se poderia envolver de forma directa o Sport Lisboa e Benfica nessa culpabilidade. Era o que faltava, se um de nós cometesse um crime no local de trabalho, e o empregador tivesse automaticamente de pagar por ele. Aliás, há bem pouco tempo Paulo Pereira Cristóvão (que até nem era um simples funcionário, mas um vice-presidente) depositou um cheque na conta de um árbitro, e nem por isso o Sporting sofreu consequências.
Eu prefiro, obviamente, que Paulo Gonçalves esteja inocente. E até se provar o contrário, acho que o Benfica faz bem em defendê-lo. Mas se, porventura, vier a ser condenado, então o clube só tem de o afastar, e demarcar-se firmemente dessa suposta actuação, e desses supostos métodos. Neste momento resta aguardar pelo desenvolvimento da justiça.
Inferir outra coisa qualquer, será má fé ou ingenuidade. Em qualquer dos casos, um erro.
Independentemente do que diz a comunicação social, ou por proximidade aos rivais, ou por pretender audiências, os benfiquistas deverão manter-se serenos, evitar deixar-se levar pelo tsunami mediático, e aguardar que a justiça resolva aquilo que tiver de resolver. Sempre com uma firme certeza: o Benfica é superior a todos os que o servem, ou aos que nele trabalham. É o maior clube português, e, aconteça o que acontecer, continuará a sê-lo.
Viva o Benfica!

"FICA UM SENTIMENTO DE VERGONHA"

As palavras são do médio Ewerton, referindo-se certamente à exibição dos seus colegas do sector defensivo na partida com o FC Porto.  
Aliás, exibições misteriosamente plácidas de defensores vão sendo habituais nas partidas dos portistas de há umas semanas para cá. Já no jogo da Amoreira, a meio da semana, o treinador da equipa da casa havia dito que "até metia dó ver o Estoril em campo". Agora, em Portimão, contraste absoluto entre o que alguns jogadores fizeram frente ao FC Porto, e aquilo que haviam feito contra o Benfica.

O SUSPEITO DO COSTUME

Segunda parte de elevado nível, e um craque a mostrar uma vez mais a sua imensa qualidade.

PERDOEM-LHE, POIS NÃO SABE O QUE DIZ

Por mim, estão homenageados.
Obrigado também a vocês, Campeões!
Quanto ao fantoche sem pescoço, é deixá-lo grunhir.

MENTIRA A MENTIRA, VAI-SE SABENDO A VERDADE


C(H)APELADA

O árbitro dá 4 minutos de desconto. Um jogador lesiona-se aos 93.40. Então, joga-se até aos...99 minutos. Ou até o Sporting marcar.
Não fosse Coates, e parece-me que ainda estavam a jogar...
Se, por absurdo, o Sporting ganhar o campeonato, esta sim, poderia ser a Liga "Capela".

A FESTA DO GOLO

12 golos em 3 jogos. É a resposta ao percalço do Restelo. Benfica firme na luta pelo Penta.

CAMPEÃO DO JEJUM

...nem tudo o que parece é. E Bruno de Carvalho, só à sua conta, já vai a caminho de completar um terço do total de jejum de campeonatos do Sporting.
Que continuem a votar nele!

O CIRCO CONTINUA

...e o palhaço continua a divertir-nos com os seus números.

2ª PARTE DEMOLIDORA

Ao intervalo a angústia tomava conta da Luz, e poucos imaginariam que o jogo se tornaria tão desnivelado.
O golo de Jardel, logo aos 48 minutos, teve um importante efeito tranquilizador sobre equipa e adeptos. E a partir daí, foi um festival. Futebol ofensivo, intensidade, rapidez, técnica, oportunidades e golos.
A jogar assim esta equipa do Benfica dificilmente será batida. Falta saber manter a regularidade dentro deste nível, sendo que a jogar semana a semana não haverá razões para não manter um alto índice de intensidade competitiva em cada partida.