SEM PERDER

Como já aqui tinha lembrado, cumpriu-se um ano sem que o Benfica tivesse perdido qualquer jogo no campeonato. Curiosamente, o primeiro adversário desse ciclo foi o Estrela da Amadora, e este último também. 
De notar igualmente que, nos últimos 42 anos, esta é apenas a segunda vez que os encarnados chegam a esta altura do campeonato sem conhecer o sabor da derrota. A outra foi em 2013, e também acabou mal (Kelvin, minuto 92).
Vale o que vale, neste caso muito pouco, ou quase nada, ou mesmo nada. Não consola, muito menos se comemora. Apenas se regista.
Registe-se também, a título de curiosidade, que neste período, os pontos obtidos numa espécie de classificação virtual seriam os seguintes: BENFICA  84, Sporting 83, FC Porto 82 (menos um jogo).
Se não estudarmos e entendermos cabalmente as razões dos fracassos, nunca sairemos deles.

10 comentários:

Anónimo disse...

Zero derrotas e zero títulos. Top team. Top quality

Anónimo disse...

Top idiota.

Anónimo disse...

Yeeeesssss venham todos que ninguém nos ganha caraaalhhoooo! Títulos? Uma supertaça 😂... palhaçada 🤡

Anónimo disse...

Não sei se estou a perceber “a razão do fracasso”.
Cingir a análise à jornada imediatamente a seguir à nossa última derrota… não ajuda a concluir nada, não acha, LF?!
É uma amostra declaradamente enviesada!!

Porque não avalia épocas completas?

Enfim… num campeonato tremendamente desnivelado, é natural os grandes estarem muito tempo sem derrotas. E sem empates.

Que as razões do nosso fracasso são “os outros fazem mais pontos que nós”, já sabemos.
Mas isso não são razões. É dizer que está frio porque está frescote.
A menos que a sua conclusão seja que o Benfica empata vezes demais.

ANTI-ACEFALIA disse...

Meus caros, celebremos então o título de campeão "entre a 20ª jornada de um campeonato e a 19ª jornada do campeonato seguinte".

Grande roi costa, bem disse que ia fazer o que ainda não feito, e tem cumprido à risca!

Anónimo disse...

Benfica está desde Abril de 2024 sem vencer 5 jogos oficiais seguidos.

Pode acrescentar também isto num post futuro

Anónimo disse...

Ok

Anónimo disse...

Não seja desagradável

Anónimo disse...

O dr. Jean-Pierre de Mondenard, estudioso do doping desde os anos 70, tem duvidas sobre a limpeza de títulos de clubes, diz que a FIFA é a organização do mundo mais inútil na detecção.
"Desde os anos 50, quando há um país ou grupo que domina a modalidade, o doping está por detrás", diz Mondenard, para quem "os controlos são ineficazes".

Coincidências extraordinárias, 25 títulos em 40 anos. 40 penaltis em 2 anos, treinadores os melhores da galáxia cá dentro. Mas lá fora são apenas flops. Jogadores e treinadores. É mesmo extraordinário!.

A culpa é sempre do treinador, do presidente, da estrutura, da gente do scouting, das mulheres da limpeza ou dos tratadores da relva.
Gente mais ignorante e lavada ao cérebro não existe!

O PAI NATAL DA FINLÂNDIA disse...

A GUERRA DOS 40 ANOS. (95)
OS CARTÉIS DA MEDIA
Os adeptos estão a ser usados pelas narrativas dos media.
Organizações criminosas internacionais, que prosperam com a indignação, são utilizadas por agentes que monetizam as emoções e lucram com o caos.

Utilizados por cartéis, esta é a realidade moderna da guerra assimimétrica do séc. XXI. O campo de batalha não é a terra, a arma não é a espingarda, o alvo não são os soldados, o campo de batalha é a perceção pública, a arma é a narrativa e o alvo somos nós.
Como evoluíram os cartéis? A sua arma mais potente não é o poder mas a influência.

Não se derrota uma superpotência (Benfica) pela força, derrota-se colocando o seu próprio povo contra ela própria.
Infiltraram-se em estruturas que influenciam a opinião pública.
Os media movem emoções, os políticos movem políticas e, juntos, formam uma rede mais fechada. Quanto mais caos, mais protestos, mais manchetes, mais pressão, o próprio sistema torna-se a máquina, milhões fluem por essa máquina.

Um protestante vê uma manchete, vê um vídeo viral ou um hashtag e sente emoção, mas não vê o recrutador do cartel.

O povo é treinado para pensar de forma binária, bem versus mal, vítima versus opressão, compaixão versus crueldade, tornam-se emocionalmente reativos, mas estrategicamente cegos.
Protestam contra as instituições e as pessoas que tentam revelar os criminosos que criaram o seu sofrimento em primeiro lugar.

Demonizam a aplicação da lei, fortalecem a exploração, não porque sejam más pessoas, mas porque foram psicologicamente manipulados para sentir sem compreender.
Os cartéis não se preocupam com a justiça, importam-se com o controlo. Nada protege mais o mal do que a linguagem moralista.
Os cartéis nunca podem ser os vilões da história, porque isso iria desmoronar toda a sua narrativa.

Se forem capazes de pensar sistematicamente em vez de emocionalmente, questionando quem lucra com a manipulação, compreendendo a estratégia criminosa em vez de repetir slogans, percebendo a manipulação em vez de a confundir com virtude...
Será pedir demais?

Quando a sociedade não consegue distinguir entre compaixão e controlo, torna-se infinitamente explorável.
Explorados por cartéis, pela propaganda, por interesses financeiros e por engenheiros criadores de narrativas e agendas, por sistemas que lucram com a desordem.
Conseguem refletir e pensar ou estão a ser manipulados pela ignorância disfarçada de retidão e justiça?