QUASE TUDO
Falta um guarda-redes capaz de substituir Odysseas em caso de necessidade (tenho dúvidas sobre a maturidade dos jovens da formação, sem qualquer jogo realizado, para um posto tão específico e de tanta responsabilidade).
Falta ainda dispensar André Almeida, Brooks, Gil Dias e Draxler. E emprestar João Victor e Paulo Bernardo.
BEM-VINDO A CASA
Não é Maradona, nem vem fazer milagres. É um reforço que, bem enquadrado, em sua casa, pode explodir e voltar ao nível que já teve. Parabéns à estrutura do Benfica por esta abordagem ao mercado, que ainda teve o condão de evitar especulações e apenas se saber com os factos consumados.
COMO É POSSÍVEL?
Jogadores com mais cartões amarelos na Liga Portuguesa:
Neste top não está nenhum jogador do Sporting ou do FC Porto (nem sequer do SC Braga), equipas conhecidas pela forma macia como jogam... Já o Benfica, conhecido pelo seu futebol rude e carroceiro, tem dois. E se Otamendi até se entende, a posição de Rafa neste ranking é absolutamente escandalosa, e mostra como o ruído sobre as arbitragens vai fazendo o seu caminho.
Diga-se que Rafa, na Liga dos Campeões, em oito jogos, não viu nem um cartãozinho. E nessa mesma prova, no top-dez dos mais sancionados, estão, aí sim, jogadores do FC Porto e Sporting. Não há coincidências.
É JÁ UMA ODISSEIA

Adoro Manuel Bento (foi o guarda-redes da minha infância, e como tal um ídolo), Costa Pereira ganhou tudo, e José Henrique é ainda hoje um símbolo vivo de mística. Acontece que a posição de guarda-redes foi a que mais evoluiu ao longo dos tempos. Talvez não seja justo comparar Bento com Vlachodimos, mas se tiver de o fazer, recordando os principais erros e lacunas de um e de outro (e, diga-se, Bento cometeu erros que hoje crucificavam sumariamente qualquer "keeper"), o grego leva vantagem. Tal como levará dos restantes, salvaguardando que não vi qualquer jogo de António Martins.
Os melhores guarda-redes da história do clube não estão neste lote, e são Michel Preud'Homme, Ederson Moraes e Jan Oblak, talvez por esta mesma ordem, não esquecendo a primeira temporada de Júlio César - que o Benfica apanhou já em fim de carreira e bastante condicionado por uma lesão nas costas. Aliás, este top é, em certa medida, responsável pela sub-valorização que a generalidade dos benfiquistas faz do grego: ele chegou após um ciclo de extraordinários guarda-redes, e não é, de facto, tão bom como os que o antecederam na baliza benfiquista (que são dos melhores do mundo).
Mas é muito bom, e espero que fique por cá muitos anos. Rafa também é muito bom, mas não é Messi. E Gonçalo Ramos não é Lewandowski. Infelizmente o Benfica não pode ter os melhores do mundo das várias posições. Odysseas está ao nível do Benfica, e não podemos ter melhor. Talvez precise é de um suplente à altura...
SOUBE A ZERO
Não houve muita qualidade. Houve, isso sim, emoção, intensidade (até demasiada) e golos. Para além dos habituais casos de arbitragem neste tipo de partidas, desde logo com uma grande penalidade que jamais seria concedida na Premier League - e na Champions, só se fosse a favor de algum clube rico.
A primeira meia-hora mostrou um Benfica aparentemente desconhecedor daquilo que o esperava, insistindo em sair a jogar curto desde trás, quando era precisamente aí que o Sporting acentuava a sua pressão. Mais adiante, com Aursnes a flectir para o meio, faltava claramente um Neres a abrir a ala. O treinador do Benfica dava ao rival tudo aquilo que ele queria. Os erros sucederam-se, uns mais forçados do que outros. Um golo sofrido, desvantagem no marcador, fantasmas da temporada passada, e se o jogo terminasse aos 30 minutos, diria que Ruben Amorim tinha dado um banho táctico a Roger Schmidt.
Naturalmente a equipa encarnada acabou por se redescobrir, e perceber que assim não ia lá (até porque do outro lado não estava lá nenhum Matheus Nunes, nem nenhum Sarabia). Acelerou o seu futebol, procurou o espaço nas costas da defesa leonina, e intensificou os duelos perante um adversário de faca nos dentes (ou javardo, nas próprias palavras do seu treinador há uns tempos atrás).
MEMÓRIAS
...e muitos outros.
TODOS OS DÉRBIS QUE VI AO VIVO:
ESPERO QUE NÃO ACONTEÇA ISTO:

Podia juntar aqui outros jogos, nomeadamente com o FC Porto (golo anulado a Pizzi na Luz, falta sobre Ferro antes de golo do FC Porto no Dragão, penálti por assinalar por corte com a mão no jogo dos Eusébios, etc, etc). Mas esta ilustração já chega para me sentir preocupado quanto à presença de Soares Dias no dérbi. Com a pressão que tem sido feita, está criado o caldo perfeito para que o Benfica seja esbulhado, e o FCP se possa aproximar da liderança, com os idiotas úteis de Alvalade a aplaudir.
TÃO PREVISÍVEIS...
Não vi absolutamente nada do Casa Pia-FC Porto. Mas no Marítimo-Sporting e no Varzim-Benfica, não me recordo de qualquer lance que justificasse queixas ou lamentos, nem mesmo aqueles que são invocados. Há queixas de penáltis que só acontecem no campeonato português (como o lance de Porro). Pequenos toques, pequenos contactos, dentro ou fora da área, que em nenhuma Liga são sancionados. O que existe em Portugal é demasiado zelo dos árbitros em assinalar faltas que não existem, e parar constantemente os jogos, estragando os espectáculos. Esse mau hábito, juntamente com uma cultura de chico-espertismo de jogadores e técnicos, serve para, nestas ocasiões, procurar obter benefícios.
ENZIMA
ATENÇÃO ÀS...CANELAS
Esse mesmo, o da pancadaria, o dos Super Dragões, o das joelhadas a árbitros cometidas por posteriores condenados por homicídio, equipa contra a qual alguns adversários se recusaram a jogar sendo até alvo de reportagem do L'Equipa, e onde teve como adjunto o ex-presidente do clube, como dirigente a mulher de Fernando Madureira, e o próprio como capitão de equipa.
É esta a origem do técnico e de alguns jogadores da equipa poveira. E assim sendo, temo pela integridade física dos atletas do Benfica.
SEM POUPANÇAS
UM ZERO BASTA
O ONZE PARA O PORTIMONENSE
Rafa está castigado. Neres, penso, continua lesionado. Enzo não tem condições, pelo menos neste jogo, para entrar em campo - quer pela sua atitude disciplinar, quer pelo mediatismo da sua situação.
127 MILHÕES NÃO SE RECUSAM POR NINGUÉM
O Benfica vive para ganhar. Mas no futebol profissional não se ganha sem dinheiro. Os jogadores são mal vendidos quando ainda se estão a valorizar (ex: António Silva), ou quando o seu valor de mercado já não cobre o valor desportivo (ex: Rafa). Quando estão num pico de valorização (ex: Enzo) é aproveitar a onda, antes que uma lesão ou quebra de rendimento faça perder o comboio.
Adeus Enzo.
CASO ENZO: QUE FAZER?
Talvez haja muita matéria que não seja do conhecimento público. Daquilo que se sabe na comunicação social, o que eu faria era:
- Punir o jogador pela ausência à revelia das indicações do clube (multa, e eventual suspensão para o jogo com o Portimonense);
- Explicar-lhe que ninguém está acima do clube, que ninguém o obrigou a assinar o contrato, e que será vendido no momento próprio, salvaguardando os interesses de todas as partes. E ainda que este tipo de atitudes não o valorizam, nem aos olhos dos adeptos, nem aos olhos do mercado;
- Preparar desde já a sucessão, intensificando a abordagem ao mercado;
- Havendo propostas acima de 100 milhões, vender já.
ENTRADA EM FALSO
EM EQUIPA QUE GANHA NÃO SE MEXE
Para quê mudar?
Penso que, com o plantel que existe, limpo de algumas gorduras, o Benfica poderá cumprir todos os seus objectivos: ser campeão, ganhar a Taça e chegar longe na Champions. Já mostrou que o pode fazer.
Penso, também, que o mercado de Janeiro é traiçoeiro: quem é bom não está livre, quem está livre algum problema traz. Veja-se Weigl, que rompeu com todos os equilíbrios do balneário (nomeadamente salariais), não teve rendimento, e, mesmo sem culpas próprias, estragou uma época que até estava a correr bem.
Por mim, no imediato, dispensava André Almeida (finito), Brooks (desnecessário), Gil Dias (sem qualidade), Paulo Bernardo (sem espaço), Draxler (caro e sem rendimento) e Rodrigo Pinho (penso que até já terá partido). Concentrava esforços em manter todos os outros, nomeadamente Otamendi, Enzo e Gonçalo Ramos (muito assediados), e partia para o final de época com um grupo curto, jovem, coeso e competitivo, deixando espaço para o eventual aparecimento de um ou outro elemento da Equipa B (João Neves?).
SOBRE O MUNDIAL
Evitei, ao longo das últimas semanas, deixar-me esmagar pelo totalitarismo comunicacional em redor do evento, do Ronaldo, da selecção e afins. Mas não deixei de torcer pelo sucesso de Portugal, que, também infelizmente, já previa difícil, em virtude das teimosias em manter figuras ultrapassadas no banco e em campo. Entusiasmei-me com a goleada à Suíça. Sofri com a desilusão diante de Marrocos.
O OLIMPO DOS DEUSES
Só depois vem Cruyff, e Di Stéfano, e Eusébio, e Cristiano Ronaldo. E ainda Puskas, Garrincha, Zidane, Platini, Beckenbauer, Bobby Charlton, Best, Ronaldinho, Ronaldo Fenómeno, Gerd Muller, Van Basten, Romário e outros. Os três mais são claramente os da foto.
ELIMINAÇÃO INJUSTA
O MELHOR DO MUNDO
Maradona não fez a melhor carreira do mundo (essa talvez venha a ser a de Messi). Não foi a melhor pessoa do mundo (nem de perto). Não é o melhor exemplo de profissionalismo, nem de desportivismo (é até um dos piores). Mas foi o mais genial jogador de futebol de todos os tempos. Talvez algum extraterrestre um dia faça isto em campo com uma bola. Até hoje não vi mais ninguém fazê-lo.
EUSÉBIO vs RONALDO
Um, infelizmente, está morto. Outro, felizmente, está vivo. Mas os números que apresento (fonte: Zero Zero) não vão mudar substancialmente. A não ser que, como Pelé (outro grande nome, neste momento a passar um momento difícil e a quem desejo as melhoras), passem a contabilizar milhares de golos obtidos em amigáveis, em treinos, ou em torneios de futsal amador - nos quais até eu marquei os meus golitos.
A verdade é que, além do recorde de golos em Mundiais (que agora só Gonçalo Ramos poderá bater nos próximos anos), Eusébio foi globalmente mais eficaz, tanto nos clubes, como com as cores de Portugal. A média de golos não mente.
O futebol dos anos sessenta era diferente. Eusébio não emigrou no auge da carreira, enquanto CR7 jogou no melhor Manchester United de sempre, e num dos melhores Reais Madrids, ao lado de outros Bolas de Ouro como Benzema ou Modric. O Benfica era então uma grande equipa, mas não acumulava talentos do mundo inteiro como as actuais multinacionais do futebol.
Cada um fará a comparação que quiser. Para mim, qualquer um deles tem lugar no top dez da história do futebol, onde também estão Maradona, Pelé, Cruyff, Di Stéfano e Messi. A ordem é difícil de estabelecer, pois depende dos critérios que quisermos aplicar. E ainda há Puskas, Zidane, Beckenbauer, Platini, Garrincha etc.
O MEU PLANTEL PARA O RESTO DA ÉPOCA
É arriscado? É. Mas se me lembrar da contratação de Weigl, mais arriscado ainda será mexer e errar alvos neste mercado, numa equipa que fez a campanha que fez até aqui, que conseguiu 8 pontos de avanço, e tem boas hipóteses de chegar longe na Champions.
NÃO HAVIA NECESSIDADE
Pergunto eu: se era para simular um jogo competitivo frente a um adversário forte, porque não jogar a maior parte do tempo com o melhor onze possível? Se era apenas para dar ritmo ao plantel, porque não fazê-lo com um Vilafranquense qualquer?
Não aconteceu nem uma coisa, nem outra. Ficou-se no meio da ponte. E assim temos uma derrota antipática, que espero não tenha consequências, mas podia ter sido evitável.
O MEU MERCADO - pensando melhor...
Devo confessar que não tenho sido justo com Gonçalo Ramos. Afinal é um puto, e talvez seja mesmo o homem certo para, no eixo do ataque, levar o Benfica às conquistas.
Em minha defesa digo também que sempre lhe vi bastante futuro. Não lhe via era o presente que agora, de forma esmagadora, nos entra pelos olhos dentro.
O MEU MERCADO
Quanto ao ponta-de-lança, surge com um ponto de interrogação pois tem várias condicionantes. É necessário que seja melhor do que os que cá estão, e que o salário não cause ondas de choque no balneário, como suspeito o de Weigl tenha causado há três anos, com queda a pique do rendimento do grupo.
O mercado de Inverno é muito difícil. É raro haver jogadores de qualidade disponíveis, pois esses não são libertados pelos seus clubes. É também raro que as contratações deste mercado sejam bem sucedidas, bastando lembrar Dyego Souza, Marcel, Derlei, Manduca, Robert, Hermes, Jonathan, Mukhtar, Yannick Djaló, Airton, Eder Luís, Kardec e o próprio Weigl. É preciso, pois, muito cuidado. Se não houver ninguém de qualidade acima de suspeita, mais vale não mexer. Até porque é isso que normalmente se faz em equipa que ganha.
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UM SENHOR
TAÇA DA LIGA
O jogo com o Penafiel merecia outro desfecho. O Benfica entrou bem, e mostrou durante quase todo o tempo que a Taça da Liga não é para brincadeiras. Foi pena não ter goleado, ficando agora obrigado a vencer em Moreira de Cónegos. Foi o 27º jogo sem perder. 33º contando com a pré-época.
E VÃO 43!
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SEMPRE A RITMO
O Estrela bateu-se bem, mas nada pôde frente a uma equipa que, mesmo desfalcada de seis titulares, se apresentou confiante, fresca e disposta a resolver cedo a partida.
DISPONÍVEIS - actualização
DISPONÍVEIS: Odysseas Vlachodimos, Helton Leite e Leo Kokubo; Gilberto, Lucas Veríssimo, João Victor, Alex Grimaldo, André Almeida, John Brooks, Morato, Mihailo Ristic e Gil Dias; Florentino Luís, Chiquinho, David Neres, Rafa, Diogo Gonçalves, Julian Draxler, Cher Ndour, Martim Neto e Diego Moreira; Petar Musa e Rodrigo Pinho.
SELECÇÃO PORTUGAL: António Silva, João Mário e Gonçalo Ramos.
SELECÇÃO ARGENTINA: Nicolas Otamendi e Enzo Fernandez.
SELECÇÃO DINAMARCA: Alexander Bah.
SELECÇÃO SUB 21: Samuel Soares, Paulo Bernardo e Henrique Araújo.
LESÕES: Fredrick Aursnes.
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TAÇA DA LIGA
Plantel disponível:
Helton Leite e Kokubo; Gilberto, Lucas Veríssimo, João Victor, Grimaldo, Brooks e Ristic; Florentino, Chiquinho, David Neres, Rafa, Diogo Gonçalves e Gil Dias; Petar Musa e Rodrigo Pinho.
A partir do 2º jogo também Vlachodimos, Paulo Bernardo e Henrique Araújo.
Lesionados: Morato, Aursnes e Draxler.
Jogos:
DOMINGO, 20/12, 19.00h: Estrela da Amadora (fora)
SÁBADO, 26/11, 20.45h: Penafiel (casa)
SÁBADO, 17/12, 19.00h: Moreirense (fora)
(?) QUINTA, 22/12: Arouca ou Santa Clara (casa)
PS: Confesso que me esqueci do André Almeida. Mas também não sei se ele efectivamente conta. Quanto ao Morato, não tenho a certeza de estar disponível para o primeiro jogo. E os da equipa B, com excepção do Samuel Soares e do Paulo Bernardo (nos sub 21), estão obviamente à disposição de Roger Schmidt.
QUEIROZ, MOURINHO, PAULO BENTO, SARRI, RANGNICK, TEN HAAG...
Infelizmente, este novo capítulo da novela já não me surpreende. CR7 não está a saber conviver com a sua própria decadência, quer arrastar o Manchester United com ele, e temo que arraste também a selecção portuguesa. Enquanto foi o melhor do mundo (ou um dos melhores, para ser rigoroso), limitou-se a existir e a exibir-se, sempre num registo absolutamente narcisista, perante a plateia de bajuladores. Agora que não é, parece empenhado em destruir sua imagem de figura pública portuguesa mais conhecida de todos os tempos. Quase sinto pena de alguém que, tendo muito dinheiro, já não tem mais nada para além disso. E isso, no meu ponto de vista, é pouco.
Talvez no Mundial - competição curta, de momentos e instantes - possa ainda fazer ouvir um canto de cisne. Vai picado e certamente tentará sair por cima. Para bem de Portugal, oxalá o consiga. Mas sinceramente não espero muito. Não espero nada.
1º CICLO TERMINADO
A exibição não foi das melhores, e só a espaços encantou. Os benfiquistas começam a estar mal habituados, e já esperam ópera de cada vez que vão à Luz. Mas o campeonato é isto. Umas vezes joga-se melhor, outras nem tanto. O importante é ir conquistando os pontos.
Segue-se a longa paragem. Enfim, há Taça da Liga, mas não é a mesma coisa.
O Campeonato regressa com a deslocação a Braga. Esse vai ser um jogo determinante, quer pelo grau de dificuldade, quer pela afirmação da equipa perante esta inoportuna quebra de ritmo.
CONVOCATÓRIA
Com Otávio em campo é-me francamente difícil ter algum entusiasmo com o Mundial - ainda por cima nesta altura do ano, e num país que o comprou através de corrupção e onde os direitos humanos mais básicos não são respeitados.
EM FRENTE NA TAÇA
TUDO CORRE BEM...
É interessante também verificar que entre Real Madrid, Liverpool, PSG e Bayern dois vão ficar já de fora.
Será esta uma Champions histórica para o Benfica? Acredito cada vez mais que sim.
CÉUS!!! ATÉ CHIQUINHO?!? ATÉ RISTIC?!?
A TOCAR NOS CÉUS
Ao intervalo o resultado era mentiroso. Contei quatro ocasiões de golo desperdiçadas pelos encarnados, que depois de se colocarem em vantagem permitiram o empate num penálti fortuito.
Na segunda parte, mesmo com substituições forçadas, mesmo com algumas segundas linhas, começou o festival. E quando assim é, meus amigos, ninguém pára este Benfica.
Foi o segundo, depois o terceiro, e ora toma lá mais um, e ora dá cá outro, até chegar à meia-dúzia, a conta certa para a liderança. Até Chiquinho brilhou (naquele que foi seguramente a sua melhor exibição de Manto Sagrado vestido). O melhor em campo? Talvez João Mário, no meio de várias prestações notáveis, e algumas delas mesmo surpreendentes - Chiquinho, Diogo Gonçalves).
Não há muitas palavras para esta equipa. Já o escrevi, e volto a escrever: é das melhores de que me lembro. Temo que os efeitos da longa paragem do Mundial possam interferir nesta dinâmica, que por ora é absolutamente esmagadora. Se tal não acontecer, espera-se uma época triunfante. Uma época gloriosa, que os benfiquistas já merecem há algum tempo.













































