20/07/18

ONDE ANDAS TU?

Por onde andas Saraiva? Desconfio que te li, em fóruns benfiquistas, com perfil falso, a criticar Vieira. Mas não te vejo há muito tempo. Como estás de saúde? Já arranjaste emprego? Quem te deu trabalho depois das figuras que andaste a fazer? E os blogues que criaste ou alimentaste? Ainda dão audiência, ou já têm de inventar mails para alguém lhes dar atenção?
Estou francamente preocupado contigo, Saraiva. O teu protector anda pelas ruas da amargura, abandonado por todos, e agora até pela Maga Patalógica. O que as pessoas fazem para ter protagonismo, já viste? E o Proença? Não o árbitro, mas o outro. Aquilo é que é aparecer na televisão heim... É o que os advogados normalmente querem, não é? Nunca percebi porquê, se é para fazerem figuras tão tristes...Não achas?
Será que a Holdimo te dá a mão? Ou o amigo Oliveira? Ou o amigo Tavares?
Olha, tenta um deles, e vais ver que ainda te safas.
A menos que estejas metidos nas patranhas do Marques. Aí, já não digo nada. O homem está em maus lençóis, e aquilo vai acabar mal, pois a justiça tarda mas não falha. Nem que seja a divina, embora nem tu nem ele acreditem nela.
Mas, francamente, não me parece que tivesses inteligência para aquilo. Tu és mais básico. Apenas vais atrás. Não te vejo como um criminoso, mas apenas como um palerma. Ou uma espécie de idiota útil a uma estratégia tenebrosa e obscura para tentar destruir uma grande instituição portuguesa.
Agora talvez queiras passar pelos pingos da chuva, e fazeres com que as pessoas se esqueçam de ti.
Mas este teu amigo não te esquece nem te abandona.

18/07/18

NOJENTO

O que alguém anda a fazer com o Benfica é nojento.
E prova, acima de qualquer outra coisa, a doença mental profunda de quem dedica o seu tempo a publicar dados internos de um clube de futebol, só para o tentar prejudicar fora do campo.
Acredito que isto não vai ficar impune, e um destes dias o hacker, ou os hackers, bem como quem lhes paga, serão desmascarados e punidos. E aí até pode haver surpresas.
Mas de algo pode esta gente estar certa: divertem muita gente (se calhar cada vez menos pessoas...), perturbam administrativamente o clube (pelo tempo que tem de gastar a tratar destas questões laterais), mas apenas contribuem para unir mais o Benfica e os benfiquistas.
Interessa também reflectir sobre o assunto numa óptica mais ampla, e pensar naquilo que sentiríamos se a nossa correspondência privada, das nossas famílias ou locais de trabalho, ficasse nas mãos de delinquentes como estes.

16/07/18

UM CAMPEÃO JUSTO

Um dos melhores Mundiais das últimas décadas teve campeão à altura.
Já no Euro 2016 esta equipa francesa tinha mostrado potencial. Na altura foi infeliz, e ainda bem. Mas agora, reforçada com Mbappé, não deixou fugir a oportunidade de juntar mais um troféu ao seu palmarés.
Foi a melhor e mais completa equipa em prova. Bélgica e Croácia terão sido, a espaços, mais empolgantes. Mas tanto uma como outra não tiveram o rigor defensivo dos gauleses. Por isso, o título fica muito bem entregue.
Num Mundial com grandes jogos e grandes golos, as estrelas foram nomes de segunda linha. Modric, Hazard, De Bruyne, Mbappé, Griezmann ou Kane brilharam no lugar de Messi, Ronaldo ou Neymar.Sinal dos tempos, ou de que nem tudo o que parece é. Quem não engana é Mbappé, cujo nome escrevo pela terceira vez neste pequeno texto. Como diria um ex-primeiro ministro português, sei que um dia será Bola de Ouro, só não sei quando.

PALMARÉS:

ONZE IDEAL 2018: Courtois, Pavard, Varane, Vida, Maguire, Pogba, Modric, De Bruyne, Kane, Mbappé e Griezmann.

12/07/18

ME NOT

Este blogue não alinha em parvoíces politicamente correctas. E em compensação pelas imagens televisivas que deixaremos de poder ver, pelo menos ficamos com uma foto do que se passa nas bancadas do Mundial.
É também uma homenagem aos dois finalistas, França e Croácia, e a todas as mulheres, bonitas e feias (se é que as há), desses dois países.

UMA FINAL ATÍPICA

Um grande Mundial merecia uma final com outro grau de classicismo. Por exemplo, um Inglaterra-França, a evocar tempos de Napoleão e Nelson.
A Croácia intrometeu-se. Estará em Moscovo, no próximo domingo. E até pode ganhar.
Por mim, prefiro uma vitória francesa: um povo bem mais simpático, uma equipa mais completa, e uma nação à altura da história do Campeonato do Mundo. Além de que, depois do desaire caseiro no Euro, bem mereciam uma dose de felicidade.
Vive la France!

11/07/18

QUEM GANHA COM ISTO?

O Real Madrid perde o seu melhor jogador de sempre.
Cristiano Ronaldo perde a hipótese de ficar ligado para sempre ao clube onde mais brilhou, e vai para um campeonato onde dificilmente conseguirá os mesmos feitos.
A Juventus gasta mais de 100 milhões num jogador de 33 anos, cria problemas na Fiat - e, quem sabe, no balneário.
O mundo do futebol não percebe.
À excepção de Jorge Mendes, não se vê quem mais beneficie com uma tão estranha transferência.

09/07/18

UM SENHOR


06/07/18

DAQUI HÁ DE SAIR ALGUMA COISA...

65 nomes, mais 5 aquisições a realizar. De 70 haverá a retirar 45 (alguns, na verdade, já retirados, mas ainda sem destino), entre vendas, empréstimos e equipa B.
Sobrarão então os 25 para atacar a temporada 2018-19.

Como aquisições a realizar faltam, na minha opinião:
- GUARDA-REDES para ser titular indiscutível
- LATERAL DIREITO para discutir titularidade com André Almeida
- LATERAL ESQUERDO se Grimaldo for vendido
- MÉDIO OFENSIVO para ser titular indiscutível
- EXTREMO DIREITO se Salvio e Carrillo forem vendidos.

05/07/18

RELEXÕES

Com o fim do campeonato de Futsal, pode dizer-se que a época desportiva terminou. E o balanço para o Benfica é deveras negativo.
Falhando nas principais modalidades, importa perceber o que se passou, e corrigir os erros, de modo a que o futuro nos traga de volta os êxitos a que durante anos nos fomos habituando.
Olhando para os vários campeonatos, identificamos desde logo um certo padrão: perdemos a maioria deles em casa, em partidas decisivas. À semelhança do Futebol, foi assim no Hóquei, no Futsal e no Basquete (aqui, na meia-final). Podendo decidir tudo na Luz, entrámos muito mal nesses jogos, vimo-nos perante desvantagens expressivas, e a tentativa de recuperação revelou-se insuficiente. Perante a pressão de vencer e ser felizes, vacilámos no plano mental - ideia reforçada pelo duplo fracasso nos penáltis do Futsal, ou pelo match-point desperdiçado no Vólei.
Outra conclusão há que retirar, para a maioria das modalidades, e extensível a épocas anteriores: o nosso principal problema táctico reside na forma como defendemos. Isto levar-nos-ia a uma análise mais profunda, onde entraria uma cultura de clube muito voltada para o espectáculo, excessivamente valorizadora dos artistas, e um tanto negligente quanto a aspectos tácticos, atléticos ou outros importantes parâmetros de jogo. E aqui, meus amigos, a culpa começa nas bancadas, onde os Miccolis são idolatrados, e os Felipes Augustos são enxovalhados.
Há pois que reflectir, mas sem dramas, nem fantasmas. Estivemos muito perto, e não será preciso alterar muita coisa para que em 2018-19 o Benfica esteja de regresso aos títulos.


VALE E BRUNO

Quando, em Abril de 2017, após um Sporting-Benfica em Alvalade, e na sequência de uma proposta tão despropositada quanto cínica e ofensiva, Luís Filipe Vieira comparou Bruno de Carvalho a Vale e Azevedo, um exército de sportinguistas reagiu em rebanho, clamando a indecência da comparação, e acusando o nosso presidente de atentado à virtude e honra do ocupante da cadeira local. Passado mais de um ano, é interessante recordar esse episódio.
De facto, durou tempo demais o equívoco (?) dos adeptos do clube rival face a uma figurinha que, desde cedo, mostrara o que era e ao que vinha. Populismo e demagogia, depois provocações e instigações ao ódio, por fim insultos a tudo e todos, e o mais que ainda poderá vir à tona – os próximos tempos prometem. O resultado está já à vista: um clube feito em cacos, que não sabe muito bem como se reerguer do buraco para onde aquele aventureiro mitómano e desequilibrado o empurrou.
Enquanto o alvo foi o Benfica, e o clima de hostilidade e provocação era virado para o exterior, todos lhe batiam palmas e achavam graça. Foi preciso a criatura virar as suas cóleras para dentro, para então perceberem quem ele era e do que era capaz.
Está ainda por perceber a verdadeira dimensão do mal que Bruno de Carvalho fez ao Sporting. E do mal que fez ao desporto português, cujo clima irrespirável nos mais variados quadrantes muito deve à sua postura arruaceira.
No passado, alguns benfiquistas também se enganaram. Mas apenas uma vez. Em Alvalade só à quarta perceberam que, afinal, neste grotesco “dérbi” entre um Vale e um Bruno não se sabe quem mais fica a perder.

04/07/18

QUEM SORRIRÁ NO FIM? QUEM SERÁ A ESTRELA DO MUNDIAL?








02/07/18

SOUBE A POUCO

Em jogos do Mundial, sobretudo na fase eliminatória, tudo pode acontecer. Qualquer equipa pode ser eliminada a qualquer momento, ficando fora da carruagem da história por um pequeno detalhe.
Neste caso, o detalhe foi Cavani, que marcou nas duas oportunidades de golo que teve, ao passo que os jogadores portugueses não tiveram a mesma eficácia.
Falar de justiça ou injustiça é irrelevante nesta situação. Portugal podia ter chegado mais longe, e confesso que esperava, pelo menos, os quartos-de-final (onde França poderia ser, aí sim, obstáculo inultrapassável). Ficamos pelos oitavos, o que não envergonha ninguém, mas também não entusiasma.
É preciso lembrar que o Europeu foi conquistado com uma dose inusitada e certamente irrepetível de sorte. E que a selecção portuguesa tem carências óbvias, como a ausência de um grande ponta-de-lança, ou a idade avançada dos centrais.
O que é certo é que Ronaldo vai para casa, tal como Messi. Os Mundiais já não fazem heróis como antigamente, nem permitem grandes brilhantismos individuais às principais estrelas do futebol. E não se compadecem com quem não é eficaz diante das balizas.