17/05/18

NUNO SARAIVA "MORREU"

Este a partir de hoje não pode dizer nada. Está atado, bloqueado, desportivamente morto. Terá de engolir o próprio vómito. 
Chiuuuu! Caloouuu!

A CLAQUE LEGAL


14/05/18

UM MAL MENOR

Numa época falhada, o 2º lugar foi o mal menor.
Seria extremamente cruel que o Benfica, que comandava o campeonato a 5 jornadas do fim, que foi francamente melhor que o Sporting nos dois jogos entre ambos, ficasse fora a primeira Europa.
Não dá para festejar, mas dá para respirar fundo, e preparar a próxima época com serenidade.
Aprender com os erros, não os repetir, e voltar em grande. Rumo ao 37º-

07/05/18

É SIMPLES


O GOLO

Não são as fintas, não são os passes, não são os cruzamentos. Não são as reviengas, não são as rabonas, não são as chicuelinas. O que decide os jogos são os golos.
A verdade é que, sem Jonas, em dois jogos decisivos (FC Porto e Sporting) o Benfica não logrou marcar um golo. E, sem golos, tudo o resto não serve para nada.

04/05/18

HISTÓRICO DO DÉRBI

NOTA DE DESTAQUE: Nos últimos 23 dérbis para o campeonato,11 vitórias, 9 empates e apenas 3 derrotas

Um pouco desactualizado, mas aqui vai. Os Meus Dérbis

30/04/18

SEM DRAMAS

O Benfica perdeu o campeonato. Já não estava habituado.
Sem dramas, há que perceber o que falhou. E na próxima época voltar a vencer.
No futebol há que saber ganhar e saber perder. O Benfica soube ganhar, e agora tem de saber perder, pois desta vez houve quem fosse melhor.

23/04/18

NA LUTA

É mesmo até ao fim. De cada jogo, e do campeonato. O Penta ainda é possível!

19/04/18

RAZÕES PARA ACREDITAR

Como se vê, repetindo-se, nos jogos que faltam aos dois candidatos, os resultados de qualquer uma das quatro temporadas anteriores, o Benfica sagrar-se-ia campeão. O FC Porto não ganha nos Barreiros desde 2012, e nas últimas quatro temporadas só uma vez venceu em Guimarães. Acresce que ainda na temporada passada empatou em casa com V.Setúbal e Feirense.
Vale o que vale, mas pelo menos faz acreditar que é possível.

NÃO ACABOU!

Um pontapé fortuito à beira dos noventa minutos decidiu um “Clássico” que, até então, parecia demasiado embrulhado para ter golos.
O futebol é assim: inopinável, aleatório, e por vezes cruel. Perdemos o jogo, e desse modo caímos para o segundo lugar, a dois pontos da liderança.
Há pouco mais de um mês, quando a distância de cinco pontos parecia inamovível, muito provavelmente compraríamos esta classificação para esta jornada. As expectativas criadas entretanto com a súbita ascensão ao primeiro lugar, e agora a perda do mesmo, condicionam, como é óbvio, o estado de espírito da nação benfiquista, tornando-o permeável a um certo derrotismo.
Mas é preciso lembrar que o campeonato não acabou com aquele pontapé. Faltam quatro jornadas, e há doze pontos em disputa. O nosso adversário ainda tem, por exemplo, de se deslocar à Madeira e a Guimarães. Tudo é possível.
O desafio que se nos coloca neste momento é o de continuar a acreditar. Continuar com o foco no “Penta”, pois só assim poderemos vir a estar em condições de aproveitar um eventual deslize do rival. Há que garantir quatro vitórias, e deixar as contas para o fim.
O verbo “desistir” não se conjuga com o substantivo “Benfica”. Não é essa a nossa matriz identitária. E é nos momentos mais difíceis que temos de ir ao fundo da alma buscar a crença dos verdadeiros campeões.
A história do futebol está recheada de situações inesperadas e surpreendentes. Sabemos bem que só a matemática dita os vencedores e os vencidos.
Estamos a dois pontos, e lutaremos pelo título até à 34ª jornada.
Até lá, continuemos unidos no grito: Força Benfica!

14/04/18

EU AMO O BENFICA!



13/04/18

ACENDER A LUZ

Todos os jogos são iguais, mas há uns mais iguais do que outros. É o caso do “Clássico” do próximo domingo, cujo resultado poderá vir a ser preponderante nas contas finais do título.
Uma vitória colocar-nos-á em posição privilegiada para chegar ao desejado “Penta”, atirando com toda a pressão para cima dos rivais. Uma derrota retirar-nos-ia a liderança, deixando-nos dependentes de terceiros com apenas quatro partidas por realizar. Um empate manteria tudo em aberto para os jogos seguintes, sendo que um deles irá ser disputado no terreno do terceiro classificado.
Chegados aqui após uma recuperação notável, traduzida numa sequência de 37 pontos em 39 possíveis, e num dos mais realizadores ataques da história recente do futebol português (75 golos em 29 jogos), só temos motivos para acreditar na nossa equipa. A vitória obtida no Bonfim, num jogo extremamente difícil e que apelou ao espírito combativo dos jogadores, reforçou essa crença. Somos melhores, e merecemos, mais do que quaisquer outros, vencer este Campeonato.
Um estádio cheio de gente e de mística terá de ser o 12º jogador a empurrar a equipa para o triunfo. Vamos pois acender a Luz.

12/04/18

É ASSIM:

2005-06

2009-10

2013-14

09/04/18

PROBLEMAS MENTAIS?

Por mim, estou divertidíssimo. E espero que não me privem já do meu boneco favorito.
Mas se pensar no futebol, e no desporto em sentido lato, não posso deixar de me solidarizar com os verdadeiros sportinguistas. Até porque já houve disto no Benfica.
Sorte daquela gente ter um plantel de grandes profissionais, e um treinador experiente que tem sabido segurar as pontas de um clube à beira de ser destruído por um desequilibrado mental.
Ou se trata de uma questão do foro médico (que teremos de respeitar), ou então estamos perante a figura pública mais estúpida do país, e a maior anedota da história do desporto português.
Em qualquer dos casos, e infelizmente para o Benfica, não vai durar muito tempo na sua cadeira.
Mas, é importante que se diga, há muitos saraivas atrás de si. E os 90% da última AG, se verdadeiramente existem, são cúmplices de tudo isto.


COM SANGUE, SUOR E LÁGRIMAS - faltam 5


03/04/18

A FESTA DO GOLO - o melhor ataque dos últimos 30 anos

Conforme se pode ler no quadro acima, o Benfica de 2017-18, com uma média de 2,61 golos por jogo (73/28), tem o melhor ataque do futebol português dos últimos trinta anos. 
Do quadro consta o melhor ataque de cada campeonato. Em 15 ocasiões esse melhor ataque foi do FC Porto, em 14 do Benfica, e por uma vez do Sporting. Mas nunca, nesse período, a média de golos de qualquer equipa foi superior à deste Benfica.
A segunda melhor marca é a da primeira temporada de Jorge Jesus na Luz (2009-10, com 2,60 golos por jogo), enquanto a terceira volta a ser de Rui Vitória (também na sua época de estreia, em 2015-16, com 2,59 golos por jogo). A quarta e a quinta posição são ainda do Benfica, ambas com Jorge Jesus, respectivamente 2012-13 (2,57, que não chegou para ser campeão) e 2014-15 (2,53).

O primeiro registo sem ser do Benfica é o do FC Porto de Fernando Santos, em 1989-99 (ano do "Penta" portista), com uma média de 2,50 golos por partida.
Já agora, para encontrar uma performance superior à desta temporada benfiquista, há que recuar até 1984, segundo ano de Eriksson, quando os encarnados marcaram 86 golos em 30 jogos, o que dá uma média de 2,87.

MANUAL DE COMO ESTIMULAR UM ADVERSÁRIO

Chamar "labrego" ao presidente adversário pode ser um bom princípio. Sobretudo quando se vai jogar no campo dele.
Este artista não falha. Depois de estimular o Benfica de 2015-16 até aos limites, retirando um título que a sua equipa e o seu treinador até poderiam ter ganho, agora colocou o seu clube uma vez mais fora da carroça, arriscando-o a perder, inclusivamente, a terceira posição.
A seguir é só escrever que a culpa é do treinador ou dos jogadores, e assim desmotivá-los ainda mais.
Este é, decididamente, um cromo que faz falta nas cadernetas...dos adversários.
E vão seis campeonatos a chuchar no dedo.

27/03/18

SELECÇÕES A VERMELHO E BRANCO


22/03/18

BERREM MAIS!

O futebol português está a tornar-se um lugar irrespirável.
Tudo começou com o alimentar de uma guerra norte-sul que só servia as ambições de poder de alguns. Depois veio o Apito Dourado, quando para ganhar valia tudo, desde receber árbitros em casa nas vésperas de jogos, até espancar jornalistas não-alinhados.
Quando as coisas pareciam acalmar, chegou à presidência do nosso rival lisboeta um guerrilheiro lunático e mimado, para quem o caminho do sucesso passa por insultar o Benfica e os benfiquistas. Sucesso não alcançou, mas o resto não tem faltado.
Como se não bastasse, apareceu um sinistro diretor de comunicação mais a norte, com uma antiga e irrefreável azia anti-benfiquista, a atacar-nos por todos os meios - mesmo se criminosos, como a sistemática divulgação de correspondência privada, roubada sabe-se lá por quem.
Tudo isto encontrou um caldo mediático no qual as televisões se digladiam por uma migalha de audiência, perdendo o rigor e a compostura; e um caldo de justiça em que o Ministério Público investiga com inusitado zelo tudo o que aparece nos jornais, como o inqualificável “caso” Centeno evidenciou.
Não tenho grandes esperanças de que as coisas venham a melhorar, sobretudo enquanto o Benfica continuar a vencer. Título a título, tem sido uma tradição (Estoril, túnel, colinho, vouchers e agora mails). Quatro títulos seguidos, o barulho aumenta.
Pouco importa. O que nos seduz e apaixona passa-se dentro do campo. Aí, ganhámos 0-2, estamos a dois pontos da liderança, e só dependemos de nós para chegar ao “Penta”.

De resto, podem continuar a berrar que nós já nem ouvimos.

E IGNORÁ-LO?

É assim, a lembrar constantemente uma morte, e a atribuir culpas pela mesma, que se combate a violência?
Segundo o maior incendiário do futebol português, parece que sim.
Na verdade, combater a violência passa, antes de mais, por ignorá-lo, e ignorar tudo o que ele diz. 


19/03/18

COM ALMA

Num terreno difícil (para quando o fim de campos destes na 1º liga?), e perante um adversário arreganhado, o Benfica realizou uma excelente exibição. O resultado peca por escasso. Só à conta de Rafa ficaram duas bolas nos ferros, e uma perdida isolado.
Mais uma final ultrapassada. Faltam 7, todas na zona de Lisboa.

13/03/18

AS FINAIS


...E O MUNDO MUDOU


PS: Será que Sérgio Conceição se recorda do Benfica-V.Guimarães de 2015-16, a três jornadas do fim, e do anti-jogo que fez na Luz?

06/03/18

SERENIDADE

Qualquer novidade relativa a este, ou a outro caso, que envolva o Benfica, é, e será, sempre aproveitada pelos rivais, e pelos seus pontas-de-lança na comunicação social, para fazer ruído, misturar coisas, e embrulhá-las de forma a parecer aquilo que não são.
O que temos é um funcionário do Benfica (com responsabilidades, é certo, mas profissional, ex-Porto, ex-Boavista, sem nunca ter pertencido aos órgãos sociais do clube da Luz), e que já era o único arguido do caso dos e-mails, agora detido por suspeitas de corromper funcionários judiciais a troco de informações sobre o processo (eventualmente com o propósito de se defender).
A suspeita é grave, e a confirmar-se impediria, obviamente, que Paulo Gonçalves continuasse a exercer funções no clube. Mas antes é preciso que a suspeita se confirme, e dela se faça prova. Até lá, há que manter a presunção de inocência, que quando toca aos outros não tem interesse nenhum, mas quando nos toca já é importante.
É importante também salientar que estamos a falar de suspeitas que nada têm a ver com a regulamentação desportiva, nem vejo como possam ser nela enquadradas. Mesmo supondo que Paulo Gonçalves era de facto culpado daquilo que se diz, dificilmente se poderia envolver de forma directa o Sport Lisboa e Benfica nessa culpabilidade. Era o que faltava, se um de nós cometesse um crime no local de trabalho, e o empregador tivesse automaticamente de pagar por ele. Aliás, há bem pouco tempo Paulo Pereira Cristóvão (que até nem era um simples funcionário, mas um vice-presidente) depositou um cheque na conta de um árbitro, e nem por isso o Sporting sofreu consequências.
Eu prefiro, obviamente, que Paulo Gonçalves esteja inocente. E até se provar o contrário, acho que o Benfica faz bem em defendê-lo. Mas se, porventura, vier a ser condenado, então o clube só tem de o afastar, e demarcar-se firmemente dessa suposta actuação, e desses supostos métodos. Neste momento resta aguardar pelo desenvolvimento da justiça.
Inferir outra coisa qualquer, será má fé ou ingenuidade. Em qualquer dos casos, um erro.
Independentemente do que diz a comunicação social, ou por proximidade aos rivais, ou por pretender audiências, os benfiquistas deverão manter-se serenos, evitar deixar-se levar pelo tsunami mediático, e aguardar que a justiça resolva aquilo que tiver de resolver. Sempre com uma firme certeza: o Benfica é superior a todos os que o servem, ou aos que nele trabalham. É o maior clube português, e, aconteça o que acontecer, continuará a sê-lo.
Viva o Benfica!

02/03/18

NÚMERO QUE METE DÓ


26/02/18

"FICA UM SENTIMENTO DE VERGONHA"

As palavras são do médio Ewerton, referindo-se certamente à exibição dos seus colegas do sector defensivo na partida com o FC Porto.  
Aliás, exibições misteriosamente plácidas de defensores vão sendo habituais nas partidas dos portistas de há umas semanas para cá. Já no jogo da Amoreira, a meio da semana, o treinador da equipa da casa havia dito que "até metia dó ver o Estoril em campo". Agora, em Portimão, contraste absoluto entre o que alguns jogadores fizeram frente ao FC Porto, e aquilo que haviam feito contra o Benfica.

O SUSPEITO DO COSTUME

Segunda parte de elevado nível, e um craque a mostrar uma vez mais a sua imensa qualidade.

23/02/18

PERDOEM-LHE, POIS NÃO SABE O QUE DIZ

Por mim, estão homenageados.
Obrigado também a vocês, Campeões!
Quanto ao fantoche sem pescoço, é deixá-lo grunhir.

20/02/18

MENTIRA A MENTIRA, VAI-SE SABENDO A VERDADE


C(H)APELADA

O árbitro dá 4 minutos de desconto. Um jogador lesiona-se aos 93.40. Então, joga-se até aos...99 minutos. Ou até o Sporting marcar.
Não fosse Coates, e parece-me que ainda estavam a jogar...
Se, por absurdo, o Sporting ganhar o campeonato, esta sim, poderia ser a Liga "Capela".

A FESTA DO GOLO

12 golos em 3 jogos. É a resposta ao percalço do Restelo. Benfica firme na luta pelo Penta.

19/02/18

CAMPEÃO DO JEJUM

...nem tudo o que parece é. E Bruno de Carvalho, só à sua conta, já vai a caminho de completar um terço do total de jejum de campeonatos do Sporting.
Que continuem a votar nele!

14/02/18

MARAVILHAS ALGARVIAS

 


06/02/18

O CIRCO CONTINUA

...e o palhaço continua a divertir-nos com os seus números.

05/02/18

2ª PARTE DEMOLIDORA

Ao intervalo a angústia tomava conta da Luz, e poucos imaginariam que o jogo se tornaria tão desnivelado.
O golo de Jardel, logo aos 48 minutos, teve um importante efeito tranquilizador sobre equipa e adeptos. E a partir daí, foi um festival. Futebol ofensivo, intensidade, rapidez, técnica, oportunidades e golos.
A jogar assim esta equipa do Benfica dificilmente será batida. Falta saber manter a regularidade dentro deste nível, sendo que a jogar semana a semana não haverá razões para não manter um alto índice de intensidade competitiva em cada partida.

02/02/18

SIGA PARA BINGO


30/01/18

ATÉ AO FIM

Até ao último segundo. Até à última jornada.
Rumo ao Penta!

29/01/18

100% DE ACORDO

"qualquer pessoa pode fazer uma denúncia anónima que este jornalista é pedófilo e violador, mesmo que não seja verdade, e um jornal colocar na capa!
Qualquer monte de esterco é livre de fazer denúncias e o DIAP, por lei, tem de investigar e isso não significa nada"
BRUNO DE CARVALHO

22/01/18

ATÉ JÁ, KROVI. VEMO-NOS NO MARQUÊS!


15/01/18

NA ROTA DO TÍTULO

De mansinho, contra tudo e contra todos, furando as expectativas mais pessimistas dos próprios adeptos, eis que temos o Benfica firme na perseguição aos líderes, a subir de forma a olhos vistos e com um calendário bastante apelativo na rota para o Penta-Campeonato.
Dos dez primeiros classificados, só falta ir a Alvalade. Dos dezasseis jogos que faltam, só três serão fora da grande Lisboa. e só sete serão fora do Estádio da Luz. E a jogar como jogou na Pedreira, bem podemos alimentar a esperança.
Com um super Fejsa e um Jonas no seu normal, o Benfica dominou todo o jogo, ficando a dever a si próprio a possibilidade de o ter fechado mais cedo. Só um erro de Bruno Varela deixou o Braga entrar na luta pelo resultado, mas no final prevaleceu a justiça futebolística.
O que é certo é que, no campeonato, desde o início de Outubro, empates com FC Porto e Sporting, e de resto...só vitórias.
Siga.

12/01/18

SÓ SE NÓS DEIXARMOS

A frase de Rui Vitória, proferida na antevisão do último dérbi, é todo um manifesto sobre aquela que deve ser a atitude a tomar pelos verdadeiros benfiquistas, perante os ataques inusitados de que têm sido alvo desde a famigerada reunião secreta do Hotel Altis entre os directores de comunicação de FC Porto e Sporting.
Os ataques não param, nem vão parar. Pelo menos até que nos vejam afastados do nosso grande objectivo, o “Penta-Campeonato”. Primeiro dispararam aos comentadores, depois aos assessores, agora também ao treinador, ao presidente e à sua família. Vale tudo para perturbar, para tentar amedrontar, para tentar condicionar, para dividir, para desestabilizar.
Porém, como diz Rui Vitória, só nos poderão verdadeiramente atingir se nós deixarmos. Somos grandes, somos fortes, e se nos mantivermos unidos, a mentira e o embuste jamais triunfarão.
Este não é o momento para questionar o sistema táctico A, a contratação B ou a venda C. O balanço da temporada futebolística faz-se no fim, e por agora está tudo em aberto quanto ao principal objectivo. Este é o momento para tocar a rebate, e mantermos-nos firmes e unidos na defesa da dignidade do Clube e de todos aqueles que o representam. Um ataque a um de nós (seja roupeiro, assessor ou dirigente) é um ataque a todos nós. E quem não souber interpretar as coisas deste modo, não estará a prestar um bom serviço ao Benfica. 
Mais do que nunca, o Benfica precisa do nosso apoio. Do apoio de todos, em todas as frentes. Seja nas bancadas do estádio, seja nos fóruns de opinião, nas redes sociais, ou mesmo nas conversas de café.

No Pasarán!

04/01/18

EMPATE MENTIROSO NUM GRANDE DÉRBI

Independentemente do resultado e de todas as incidências do dérbi, há que dizer, em primeiro lugar, que se tratou de um grande espectáculo. Um espectáculo que contribuiu certamente para resgatar do fundo de um poço o futebol português, e o mal que muitos lhe têm feito ultimamente. Afinal, ainda se joga dentro dos campos. E de que maneira!
Foi um jogo vibrante, empolgante, com incerteza até final, e com um grande Benfica – porventura o melhor Benfica desta temporada.
Pena que a terceira equipa não tenha estado à altura, mas já lá iremos.
O resultado não fez justiça à exibição encarnada, que em mais de dois terços do tempo de jogo encostou o leão às cordas, chegando mesmo a vulgarizá-lo, mormente na segunda parte. Um trio em grande destaque, constituído por Krovinovic, Cevi e Jonas, foi construindo, insistindo, lutando, sem que, porém, na área alguém materializasse tão vincado domínio. Muitos terão sentido saudades de Cardozo, ou de Mitroglou, nomes que conjugavam bem com a única palavra que faltou ao texto escrito pela equipa de Rui Vitória. A palavra golo.
Há que ser justo, e dar mérito à dupla de centrais do Sporting, que resolveu muitos dos problemas colocados à equipa – a qual, do meio campo para a frente, Gelson à parte, pouco existiu. E pouco existiu porque os jogadores do Benfica foram implacáveis na luta pela bola, cortando sempre os caminhos às tentativas de reacção dos leões. Mesmo quando Vitória arriscou tudo, lançando a sua equipa numa vertigem atacante raramente vista em jogos desta natureza, a segurança lá atrás foi sempre sendo garantida. 
O penálti convertido por Jonas veio trazer um pingo de razoabilidade ao resultado, e ocorrendo nos últimos minutos, acabou por deixar na boca dos benfiquistas um sabor  melhor, daquele que um outro qualquer empate normalmente mereceria.
No final, a Luz saudou com fervor os seus jogadores. Não por terem empatado em casa com o Sporting, mas por terem-no conseguido quando já talvez não se esperasse, e, sobretudo, em reconhecimento pela injustiça do resultado face a uma exibição carregada de raça, esforço e combate.
Como Jorge Jesus disse no final, o empate penaliza mais o Benfica em termos de classificação. Porém, há que dizer que, neste caso, a diferença entre a derrota e o empate era substancial, e um golo ao minuto 90 é sempre doloroso para quem o sofre, e saboroso para quem o marca. Este golo representou a manutenção do Benfica na luta pelo título, e acho que Rui Vitória terá acabado por dormir melhor do que o seu colega do outro lado.

A arbitragem esteve francamente mal. Começou com um erro grave (sobretudo do video-árbitro) ao não assinalar o fora-de-jogo (microscópico, mas real) de Acuña, no lance do golo de Gelson. Depois foi um festival. Há vários lances de possível grande penalidade, que o árbitro até poderia nem ter visto, mas (uma vez mais) o vídeo-árbitro teria obrigação de ver. Cortes com a mão de Fábio Coentrão, de Piccini e de William Carvalho, para além de um empurrão a Jardel, tudo na área sportinguista, mereceram uma interpretação que não bate certo com a de outros jogos, deste mesmo campeonato. Pelo menos os casos de Coentrão e William deveriam, claramente, ter merecido outro julgamento (ai se fossem na outra área, o folclore mediático que não haveria...). Já o último dérbi, em Alvalade, na época passada, tinha deixado vários lances de penálti por assinalar. Começa a ser uma tradição. 
Mas, enfim, prefiro guardar deste jogo o grande espéctaculo futebolístico, e a certeza de que o Benfica (sobretudo se mantiver este nível) continua vivo na luta pelo Penta.

22/12/17

O FUTEBOL DE QUE GOSTAMOS




No Natal, lembremo-nos do que é verdadeiramente o futebol, e porque motivo gostamos dele.
Boas Festas a todos os leitores!

20/12/17

QUEM QUER A GUERRA

Não é preciso ser muito inteligente para perceber quem quer, e alimenta, a guerra no futebol português. Não precisavam era de confessar de forma tão clara, para mais em vésperas de Natal.
Dirão os adeptos do FC Porto e do Sporting, convencidos daquela que julgam ser a sua verdade: então deixávamos abafar o caso?
Não necessariamente. Se julgam ter razões de queixa, apresentem-nas às autoridades judiciais e desportivas (o que penso já ter sido feito). A seu tempo a justiça dirá sem têm ou não razão (eu penso que não, eles pensarão que sim). Tudo o resto (leitura de mails privados na tv, tweets ofensivos e discursos inflamados) apenas serve para alimentar o folclore mediático, desviar atenções de fracassos desportivos, e fomentar a conflitualidade.

18/12/17

...É FAZER AS CONTAS

Qualquer outra coisa será aldrabar a história. Espera-se que o bom senso prevaleça face à notória mitomania de alguns.

PONTUAÇÃO À ALTURA

Olhando para a pontuação do Benfica à 15ª jornada nos últimos 30 anos, esta temporada está perfeitamente à altura de um campeão. Nesses 30 campeonatos, só em 5 deles os encarnados tinham mais pontos do que hoje - mesmo considerando, para facilitar, 3 pontos por vitória em todas as edições da prova. 
Curiosamente, duas dessas performances não acabaram bem. Em 11-12 e em 12-13 o Benfica, então de Jorge Jesus, não alcançou o título. Pelo contrário, em 88-89, 93-94, 04-05, 09-10, 13-14 e 15-16, tudo acabou em festa mesmo que, à 15ª jornada, a pontuação fosse igual ou menor do que a de agora.
A estatística vale o que vale, e nada como um "dérbi" para pôr tudo no devido lugar.

14/12/17

AGORA É PARA GANHAR!

Paciência...
Não se pode ir ao Jamor todos os anos. E uma derrota em Vila do Conde, num prolongamento, a jogar com dez, e com a equipa descaracterizada pelas substituições feitas pouco antes dos 90 minutos, não deslustra ninguém - sobretudo se concedida com luta e uma exibição digna.
Agora não há desculpas para falhar no que resta. Até dou de barato também a Taça da Liga (se pingar, melhor). Mas no Campeonato...no Campeonato.....Nada pode falhar!
Este é o calendário do que falta: 20 jogos, precisamente 20 jogos.
Com terreno livre, e a jogar de semana a semana, tudo o que seja menos de 18 vitórias será curto.
Venham os reforços rapidamente, pois nada, mas mesmo nada, pode falhar. E o mês de Janeiro já é a doer.


13/12/17

SONHAR ALTO...