EMBIRRAÇÃO

É verdade que está em fim de contrato, e nisso, por desconhecimento de causa, não me meto.
Mas futebolísticamente não vejo qualquer motivo para o ostracismo a que tem sido remetido Andreas Samaris.
Tenho ainda dúvidas de que Alfa Semedo venha um dia a ser superior ao internacional grego (oxalá me engane), e tenho ainda mais dúvidas sobre o brasileiro Gabriel - que nem sempre era titular do modesto Leganés. Para mim, Samaris era a opção óbvia como alternativa a Fejsa.
Tem 135 jogos oficiais feitos pelo Benfica, e 32 pela sua selecção. Parece ser bom profissional, mostrou sempre interesse pelo clube e pelo país, aprendendo rapidamente a falar português. Não é uma estrela, mas para suplente de Fejsa parece-me mais do que adequado.
Nem consta da lista para a Champions. Um capricho de Rui Vitória?

4 comentários:

Anónimo disse...

Eu nunca percebi a lógica de alguém dizer, muito frequente entre adeptos do Benfica ou de outros adeptos que querem puxar o SLB para baixo, "fulano de tal nunca irá dar jogador", ou "não é melhor do que sicrano", etc., e depois acrescentam, "espero estar errado no futuro".

Se esperam estar errados, porque raio é que perdem tempo a fazer a 1ª tentativa de previsão?
É daquelas coisas que não têm qualquer interesse nem para a discussão, nem para a avaliação dos atletas.
Este tipo de afirmações têm apenas interesse para aqueles que por agenda ou cartilha querem puxar o SLB para baixo. Embora por vezes isso não transpareça logo.

GRÃO VASCO disse...

Que post é este?
Não tens mais nada com que te preocupar?
É sempre a mesma merda.
Se não era este,seria aquele. Se não era aquele, seria aqueloutro...
Arre porra!
Já não há pachorra!

alentejoslb disse...

Ó grao vasco vai a evora dar o recado pessoalmente. Larga o teclado

artnis disse...

Andas distraído aí pelos bastidores ?!...

Sabes bem que não é, de todo, por 'capricho' do subserviente Rui Vitória.
Ai do jogador que dê 'nega' ao grande-líder - (vê onde foi parar o Danilo !...impedido de voltar por birra !...) - ao seu gestor e ao parceiro estratégico que não lhes permita o 'empochar' duns trocos.