BONS SINAIS

Ao contrário do que acontecera com os sub-21, os mais jovens entraram na competição a todo o gás, e só por manifesta infelicidade chegaram já perto do intervalo com o resultado ainda em branco. Foi precisamente no último minuto da primeira parte que Bruno Gama converteu com grande categoria um livre directo, inaugurando o marcador e colocando alguma justiça num jogo até então de sentido único.

Na segunda parte o panorama não se alterou substancialmente, voltando o jovem portista a marcar, desta vez na transformação de uma grande penalidade cometida sobre Zequinha, após mais algumas oportunidades desperdiçadas pelos jovens portugueses.
Nos últimos minutos a selecção nacional desacelerou o seu jogo, permitindo aos neo-zelandeses algumas ocasiões de perigo junto das redes de Rui Patrício, mas sem que frutificassem em golos. Ainda assim, a vitória portuguesa acabou por pecar apenas por defeito, dado aquilo que foi fazendo durante cerca de 75 minutos.
A equipa de Couceiro apresentou um notável grau de organização táctica, atitude competitiva e frescura física. Foi pincelada também pelo talento de dois artistas,

Nunca tinha visto jogar o ex-vilacondense, e devo dizer que me surpreendeu em larga medida. Esperava apenas mais um jovem promissor e apareceu-me diante dos olhos um verdadeiro craque, com um pé esquerdo fabuloso, e com tudo para se tornar um caso sério no futebol português assim saiba colocar a sua capacidade mais ao serviço do colectivo, o que de certo a idade e a experiência lhe irão permitir. Veremos se nos próximos jogos confirma as belíssimas indicações que deixou ontem.
Na quinta-feira às 00.45 h Portugal joga frente ao México, e em caso de vitória terá a passagem aos oitavos de final praticamente garantida.
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