PRESENÇA OBRIGATÓRIA
O Benfica é o segundo clube com mais participações na história da Taça/Liga dos Campeões, só ultrapassado pelo Real Madrid. Mesmo se atendermos apenas aos últimos quinze anos, os encarnados figuram ainda assim no top 5: apenas falharam 2020-21 (derrota com o PAOK numa pré-eliminatória pandémica, disputada em jogo único no terreno do adversário - que não era, ao contrário do Benfica, cabeça-de-série), e só quatro clubes lograram o pleno (R.Madrid, Barcelona, Bayern e M.City). Não há pois qualquer dúvida sobre o lugar onde deve estar o Benfica. É alí, na maior prova de clubes do mundo.
Depois de um campeonato irregular, com demasiados empates cedidos diante de equipas menores (Casa Pia duas vezes, Santa Clara, Rio Ave e Tondela), que custaram dez pontos e, com eles, o título nacional, o Benfica vê-se agora, ainda assim, a depender apenas de si próprio para chegar à próxima edição da prova maior. Se o Aston Villa de Unai Emery vencer a Liga Europa (o que não é, de todo, improvável), nem serão necessárias pré-eliminatórias - o segundo classificado da liga portuguesa irá direitinho para a fase regular.
É preciso pois vencer em Famalicão, no Estoril, e pelo meio, na Luz, um SC Braga certamente desgastado por uma meia-final europeia (na qual aproveito para lhe desejar sorte). O calendário não é fácil, mas agora não há desculpa. O Benfica não pode voltar a falhar, e tem a obrigação de ganhar estes três jogos. Não irão salvar a época, mas permitirão preparar a próxima com serenidade... e de carteira recheada.
Há quem até preferisse aproveitar este ano (no próximo qualificam-se três equipas portuguesa para a Champions) para tentar vencer uma Liga Europa que se antevê bastante aberta. Olhando para as classificações dos principais campeonatos, a não ser eventualmente o Chelsea, não parece haver participantes inultrapassáveis na segunda prova da UEFA.
Por mim não tenho dúvidas: o Benfica deve estar na Champions, tem de estar na Champions. Sabendo que não a vai vencer, tem de participar e tentar chegar tão longe como possível. Tentar, no mínimo, ultrapassar a fase regular, como fez nestes anos mais recentes.
O caminho começa em Famalicão, diante de um adversário que não perde há nove jogos (desde que perdeu 1-0 em Alvalade), entre os quais conta empates em Braga e no Dragão.
4 comentários:
Está no papo força Rui costaaaaaa
Como não falhámos com casa pia e tondela, por exemplo, também não vamos falhar em Famalicão. Certinho.
Rui Costa 4Ever!
Que obsessão!!!! O que é que Rui Costa tem a ver com o texto????
Entretanto a gestão da continuidade ou não do Mourinho esta a ser bem feita? Qual o impacto que pode ter neste final de época e nos jogos que faltam para assegurar o segundo lugar? Diz-nos oráculo Fialho!!
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