17/05/16

AGRADECIMENTOS

Ao presidente do Sporting, e a toda a comunicação social que o tolerou, promoveu, e cuja estratégia de ódio, guerrilha e conflito permanente branqueou – como, de resto, no passado, havia feito com outro protagonista.
Aos seus mais fiéis acólitos que, na cegueira anti-benfiquista, apoiaram e interpretaram essa estratégia.
Ao milionário treinador do Sporting, e a toda a sua pesporrência, ingratidão, e mau perder, que ora nos dá pena, ora nos faz rir.
Aos inácios televisivos, e às repetidas mentiras, insinuações e provocações - desde uma campanha sórdida e racista visando Renato Sanches, a aspectos risíveis como a calendarização dos jogos - com que tentaram sistematicamente desestabilizar e descredibilizar o Benfica.
A Norton de Matos, Nelo Vingada e Sérgio Conceição, pelo modo singular como abordaram algumas partidas do campeonato, abrindo uma perturbadora caixa de pandora, de efeitos imprevisíveis para a verdade do futebol português.
Aos conselhos de justiça e de disciplina da FPF, pela impunidade, patetice e esperteza saloia com que lidaram com as agressões de Slimani.
A todos eles os meus agradecimentos.

Aos jogadores, técnicos, dirigentes e restante estrutura profissional do SL Benfica, agradeço vivamente a conquista de mais um campeonato, o 35º da nossa história. Mas aos anteriormente mencionados tenho de agradecer por terem transformado essa conquista na maior alegria desportiva da minha vida.

4 Comments:

Anonymous RMC said...

Muito bom!

Junte-lhe os meus agradecimentos.

17.5.16  
Blogger Marco Rego said...

Os meus também.

17.5.16  
Blogger Pedro Pinheiro said...

Se eu quisesse escrever melhor, não conseguiria!
Na mouche!

17.5.16  
Anonymous Anónimo said...

Clubismo à parte, foi uma vitória que ficará sempre na memória de quem a viveu e quem não a viveu irá com certeza ouvir falar dela. Foi digno de um filme. Foi literalmente a vitória dos bons contra os maus. A vitória do desportivismo contra a prepotência. Estas histórias só costumam aparecer em filme, mas desta vez aconteceu na vida real e nós presenciámos. Aprendemos que espezinhar os outros, passar por cima de tudo e de todos, trafulhice, arrogância, prepotência e falta de fair-play não compensam. Afinal há esperança.


18.5.16  

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