19/04/09

VITÓRIAS E MAIS VITÓRIAS...

FUTEBOL: V.Setúbal-Benfica, 0-4
BASQUETEBOL: Ovarense-Benfica, 59-76
ANDEBOL: Benfica-São Bernardo, 37-23
VOLEIBOL: Leixões-Benfica, 1-3
FUTSAL: Benfica-Alpendorada, 5-1
RAGUEBI: Benfica-CDUP, 23-7
RAGUEBI FEMININO: Benfica-CDUP, 11-0
TÉNIS DE MESA: Coabital-Benfica, 0-4
HÓQUEI EM PATINS: Não houve jogos
FUTEBOL FORMAÇÃO
JUNIORES: Benfica-Nacional, 2-1
JUVENIS: Belenenses-Benfica, 2-4
INICIADOS: São Roque-Benfica, 0-7
INFANTIS: Alverca-Benfica, 0-3
JUVENIS B: Lourinhanense-Benfica, 1-2
INICIADOS B: Benfica-Sacavenense, 4-1
INICIADOS C: Real-Benfica, 1-3
15 jogos 15 vitórias...e fim-de-semana encerrado !

16 Comments:

Anonymous Vitória do Benfica said...

Estou trabalhar,com a televisão em off, todo o dia tenho tido na BenficaTV ainda não assisti a um derrota do Benfica. Até as meninas do Basquetebol Benfica Imortal estão a ganhar

Ainda dizem mal desta direcção.

19.4.09  
Blogger Jotas said...

venha agora O SETUBAL E 3 PONTOS NO FUTEBOL

19.4.09  
Anonymous Anónimo said...

Jesualdo fica nas bancadas frente ao Manchester
UEFA APLICOU UM JOGO DE CASTIGO AO TÉCNICO

Jesualdo Ferreira foi castigado pela UEFA com um jogo de suspensão e não vai dirigir a equipa no decisivo jogo de quarta-feira, frente ao Manchester United. É o primeiro castigo em 35 anos de carreira do treinador portista.
A razão da sanção foi um gesto de Jesualdo Ferreira no primeiro jogo dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, frente ao Atlético de Madrid, quando o árbitro anulou um golo ao FC Porto.
Em primeira instância, a UEFA castigou Jesualdo Ferreira com dois jogos de suspensão, mas hoje reduziu a uma partida, aceitando a argumentação da defesa portista, que o gesto (manguito) se dirigia aos seus jogadores, por não terem cumprido um movimento colectivo.

Porreiro pá... Até é engraçado, mas o que é mais curioso é perceber que os avançados jornaleiros conseguiram abafar a primeira notícia correspondente aos 2 jogos de castigo, coisa que pelos vistos já aconteceu à mais de uma semana!!!
Já agora, repararam no ridículo da desculpa dada?

19.4.09  
Anonymous Anónimo said...

ó anónimo, vai aprender a escrever: olha que esse "à" é uma forma do verbo haver;....
és livre de dizer disparates, mas não maltrates a língua portuguesa... ok (em português)?

20.4.09  
Anonymous Anónimo said...

Por falar em vitórias, hoje foi dado mais um passo, seguro, a caminho do título maior (CAMPEÃO NACIONAL) e do acesso directo ao campeoneto dos maiores (LIGA DOS CAMPEÕES);
ah, é verdade: cuidado com o Braga, Nacional, etc, que vos mordem os calcahares...

20.4.09  
Anonymous Anónimo said...

O jogo F.C.Porto - Manchester United estabeleceu um novo record de audiência deste ano 2009.

Curiosamente outro jogo envolvendo o F.C.Porto, que foi o Sporting-F.C.Porto da Taça de Portugal lidera o ranking dos jogos mais vistos da época 2008/2009.

Penso que estão nestes quadros todos os jogos em sinal aberto, só me faltando a audiência de um jogo do Braga das pré-eliminatórias que por preguiça não obtive. Os valores dos espectadores podem variar um pouco de fonte para fonte, havendo algumas vezes umas pequenas discrepâncias mas pouco importantes, visto que a audiência é a mesma.

Espero que tenham gostado. Curiosamente o F.C.Porto tem uma série de jogos bem posicionados, o que deve levar o Benfica a emitir mais um comunicado, visto serem eles os reis das audiências, os únicos que vendem e isto deve ser uma afronta.:-)

20.4.09  
Anonymous Vitória do Benfica said...

Grande jogo. Foi o maisconseguido do Benfica, esta temporada. Vê como aquilo que a equipa precisa é de estabilidade. Veja como a equipa reagiu ao estimulo da estabilidade.

Saudações Benfiquistas

20.4.09  
Anonymous Anónimo said...

A Chama Imensa - 19 de Abril de 2008
Goooooooooolo da estrutura!

Isto do futebol depende muito da perspectiva. Há uns anos, uma equipa portuguesa (o Estoril) resolveu jogar com o Benfica a cerca de 300 quilómetros do seu estádio porque sabia que, noutro recinto, teria uma receita bem maior. Foi um escândalo. Uma vergonha, uma infâmia, uma vigarice nunca vista no futebol mundial. Poucos anos depois, uma equipa francesa (o Lille) resolveu jogar com o Benfica a cerca de 300 quilómetros do seu estádio porque sabia que, noutro recinto, teria uma receita bem maior. Foi um acto de gestão normal. Uma manifestação de inteligência, de sensatez, de administração racional das finanças do clube.

São diferenças de perspectiva que se registam a toda a hora. Há uma semana, o Porto foi empatar a Old Trafford. No final do jogo aquele empate era já uma vitória, e ao longo da semana foi sendo uma goleada cada vez maior. A estrutura do Porto tinha vergado o Manchester. A organização do Porto tinha dado cartas frente ao campeão da Europa. A gestão desportiva do Porto tinha ensinado aos ingleses como é que se goleia por 2-2. Li (e recortei) que o Porto tinha, e cito, «humilhado» o Manchester United. Eu desconhecia que, nos quartos-de-final da Liga dos Campeões, uma equipa podia humilhar outra aplicando-lhe um humilhante empate. Já tinha ouvido falar em derrotas humilhantes e goleadas humilhantes. Empates humilhantes, foi a primeira vez. E, no entanto, o Porto espetou-lhes um 2-2 que eles até ficaram com as orelhas a arder. Uma semana depois, o Porto ainda conseguiu humilhar o Manchester durante 6 minutos inteirinhos, forçando os campeões do Mundo a um humilhante 0-0, mas depois um madeirense deu um pontapé no meio campo e deitou abaixo a estrutura, desfez a organização e arruinou a gestão desportiva.

Ora, se 2-2 fora é humilhar, eu esperava que, perdendo 1-0 em casa, o Porto tivesse sido trucidado. Não: bateu-se muito bem. Um jornal assinalou, e bem, que o Hulk até corre melhor que o Ronaldo. Eu vi o jogo pela televisão e fiquei chocado com a maneira atabalhoada como o Cristiano correu para a bola antes de a enfiar dentro da baliza a 40 metros de distância. Creio, aliás, que chutou dali porque teve vergonha de correr até mais perto do Helton.

Não li uma palavra sobre a estrutura do Manchester, a organização do Malcolm Glazer, a gestão desportiva da SAD do United — que, confesso, nem sei se existe. Tudo uma questão de perspectiva.

Entretanto, é justo registar, uma vez mais, a categoria da estrutura do Porto. Jesualdo Ferreira assistiu ao Porto-Manchester pela televisão, uma opção que deve ter dedo da SAD: assim, o treinador do Porto já criou rotinas que lhe permitem não estranhar as meias-finais e a final, que também vai acompanhar pela TV.

Palavras para K? Caro Cornélio

20.4.09  
Anonymous Silva Barqueiro said...

Dona Vitoria,

Relativamente ao que escreveu num post anterior, talvez fosse possível terem tentado comprar o Cissohko, mas o Fernando seria mais difícil, pois, não sei se era do seu conhecimento, este estava no E. da Amadora por empréstimo do Porto...

20.4.09  
Anonymous Anónimo said...

Será que o LF vai fazer um post a dissertar sobre o motivo que impediu o Zoro de jogar contra o Benfica? Será????

20.4.09  
Anonymous Anónimo said...

O Sr. Lf deveria era fazer um post o pk dos jogos antecedentes do fcporco há sempre jogadores lesionados ou castgados com 4 amarelos, nos jogos do benfica, pk será, e curiosamente limpam sempre os cartoes no jogo com fcporco, isto há cada coincidência...

20.4.09  
Anonymous O CARRASCO said...

Agora o Zoro já é bom jogador? já faz falta ao setubal?
E o nuno andre coelho? lesionou-se 3 vezes este campeonato... e sempre na semana de jogo contra o porto!!!! e este faz falta ao estrela!!!! Tenham vergonha na cara!! 27 jogadores emprestados???

20.4.09  
Blogger MozGom said...

Leiam este artigo de Leonor Pinhão em resposta ao burgesso futebolístico intelectual MST.

Arranjei neste site :

http://zedaldeia.blogspot.com/2009/04/contra-corrente-quique-flores-deve.htmlSexta-feira, Abril 17, 2009
"Contra a corrente: Quique Flores, deve ficar … mas em 'part-time'"

Por : Leonor Pinhão (in Abola 16.04.2009)

OS benfiquistas que gostam de política não se cansam de discutir a condenação a 20 meses de prisão com pena suspensa do árbitro do jogo Machico-Sacavenense, a contar para o campeonato da III Divisão. Uns dizem que se jogássemos, nós, o Benfica, na III Divisão, com decisões destas dos Tribunais ninguém nos agarrava. Outros garantem que tudo se deve à juíza do Tribunal de Santa Cruz, no Funchal, Susana Mão de Ferro, que mais não fez do que fazer justiça ao nome com que foi baptizada.

Já os benfiquistas que se interessam só por futebol — tema menor nos dias que correm — não se cansam de discutir a questão da continuidade (ou não) de Quique Flores na próxima temporada na Luz. Uns acham bem, outros acham mal. Ou seja, a discussão nada tem de empolgante por mais que se empolguem no esgrimir dos argumentos os apologistas de Quique e os anti-Quique primários.

Há que encontrar um meio termo e rapidamente. É no meio que reside a virtude.

Sou da opinião que Quique Flores (ou qualquer outro) deve ficar. Mas em part-time… A pressão em torno de um treinador do Benfica a tempo inteiro é um factor de desestabilização do próprio treinador, as perguntas constantes dos jornalistas, as deslocações diárias até ao Seixal, tudo isto é subúrbio a mais e não ajuda a manter um ambiente de serenidade, de confiança e de liderança.

Também o facto de Quique habitar em Lisboa no mesmo edifício onde habita o primeiro-ministro do país também é um indício do surrealismo que nos sufoca. Onde é que se viu no mesmo país, as duas pessoas mais importantes do dito país partilharem o mesmo elevador?

Posto isto, e perante dois exemplos fulgurantes do futebol europeu de top contemporâneo, talvez não fosse má ideia deixar ficar Quique mais um ano no Benfica. Mas só meio Quique…

Tomemos por primeiro exemplo o Chelsea da época de 2008/2009… O holandês Gus Hiddink acaba de apurar o Chelsea para as meia-finais da Liga dos Campeões. Trata-se de um treinador reputado, com currículo e que se apresenta em Londres às terças, quartas, quintas e sábados para dirigir o Chelsea, e que se apresenta em Moscovo aos domingos, segundas e sextas para dirigir a selecção russa. Está a fazer grandioso sucesso nos dois part-times.

Tomemos por segundo exemplo o E. Amadora e o V. Setúbal de um passado recente. Foi Faquirá quem lançou, na Reboleira, Fernando, e Cissokho, nos sadinos, hoje titulares indiscutíveis do FC Porto. Em declarações recentes à imprensa, Daúto revelou não só a sua satisfação pessoal com o bom caminho que os seus pupilos tomaram como também revelou o seu surpreendente duplo estatuto de trabalhador: «Sinto orgulho por os ter lançado. Nos relatórios que fazia para o FC Porto, no tempo do Estrela, sempre escrevi que o Fernando tinha todas as qualidades para singrar ao mais alto nível», disse ao Record. Ora se Faquirá quando era treinador do Estrela fazia relatórios para o FC Porto estamos perante mais um caso de dois part-times.

Ora é de isto mesmo que o Benfica precisa. Não concordam?

Grandes espectáculos os dos quartos-de-finais da Liga dos Campeões. Treze golos no confronto entre o Liverpool e o Chelsea! No entanto, o recorde de golos numa única eliminatória continua a pertencer ao Sporting e ao Bayern, com 13 tentos. Não fosse o golo de João Moutinho em Munique e havia um empate estatístico quase impossível de bater. Muito bem esteve também o FC Porto frente ao Manchester United, soçobrando apenas e por causa de um golo português, o do incrível Cristiano Ronaldo, ontem, no Dragão.

PS: Não foi por distracção, muito menos por tolhimento, que, na última quinta-feira, não esclareci os leitores de A BOLA sobre a veracidade do pedaço em que a mim directamente se referia Miguel Sousa Tavares na sua crónica da penúltima terça-feira neste mesmo jornal. Não é fácil dar a explicação para a ausência de resposta porque ao fazê-lo terei, inevitavelmente, de revelar alguns aspectos da minha índole e só isso já é — e de que maneira — contra a minha índole. Não li o que Miguel Sousa Tavares escreveu porque nunca leio. A não ser que me obriguem razões profissionais ou outras, como foi a do presente caso e só alguns dias depois e ao cabo de muita insistência. Gosto muito de futebol e de ver futebol, gosto do jogo naqueles 90 minutos. Quanto ao demais, até as flash-interviews dispenso. Não assisto a programas televisivos de debates sobre futebol, não leio opiniões de adeptos famosos, nem os do meu clube, quanto mais os outros. Leio, é verdade, o Ricardo Araújo Pereira todos os domingos, mas não é por ele ser do Benfica. É porque tem talento. Entendam que esta atitude não é presunção sobre nada nem sobre ninguém. A todos respeito, bem como às suas opiniões. Simplesmente não comungo dessa necessidade tribal de saber o que dizem, o que pensam, o que falam, o que escrevem. O que acaba por se me revelar de certa forma útil visto que, persistindo anti-social, dificilmente poderei ser acusada de dizer o mesmo, de pensar o mesmo ou de escrever o mesmo que outros já pensaram, disseram ou escreveram. Não julguem, no entanto, que é a busca da originalidade que me motiva. Não, trata-se apenas de feitio. Não é da minha índole o afã curricular por manter polémicas com técnicos de ideias gerais. Teria, portanto, Miguel Sousa Tavares dito uma grande verdade se me acusasse de autismo nestas coisas do futebol e até noutras, isto se soubesse de quem estava a falar, o que deve ser princípio observado por qualquer tribuno em qualquer século. Por exemplo, o filósofo muçulmano Ibne Caldune, uma das luzes do já tão distante mas tão esclarecido reino do Andaluz, escreveu no século XII um tratado sobre Filosofia da História e demorou-se a alertar para os vícios que podem condenar a objectividade dessa «disciplina» visto que «a mentira se introduz naturalmente nos relatos históricos» por força de «causas» que enunciou e que passo a citar: «Se ficamos prisioneiros do espírito favorável a uma seita, aceitamos sem hesitação a versão que nos convém dos factos» e «outra causa é a tendência que os homens têm em geral para ganhar o favor dos personagens poderosos, embelezando-lhe os factos que depois propagam sendo que estes relatos manchados de falsidade recebem grande publicidade». Ora se, há quase mil anos, um mouro ibérico atingiu esta clareza, custa admitir que o mundo pouco evoluiu quando os seus mais publicitados cronistas do presente tratam da versão dos factos como «mais lhes convém». Na penúltima terça-feira, lamentavelmente para ele, Miguel Sousa Tavares publicitou duas grandes mentiras resguardando-se, para evitar dolos da posteridade, na fonte onde as bebeu (…as mentiras, obviamente). Cá estão elas: que «nunca foi desmentido» um encontro num «hotel», apadrinhado pela Polícia Judiciária, entre Luís Filipe Vieira, Carolina Salgado, alguns agentes da PJ e eu própria, na qualidade de centro de mesa. Não é a primeira vez que Sousa Tavares publicita este facto que bebeu de terceiros e que tanto lhe conviria que fosse verdade, ainda que nunca tenha ocorrido e já tenha sido desmentido. Voltando ao século XII, o clarividente mouro Ibne Caldune alertou para este problema da «confiança na palavra» dos tais terceiros: «Para reconhecer se estas pessoas são dignas de fé é necessário recorrer a um exame» porque há «chefes que inclinam as pessoas a obedecer-lhe e a servir os seus interesses, fazendo-lhes dádivas de dinheiro, depois oferta daquilo que têm precisão, como objectos de primeira necessidade, ou pela coacção semeando, se necessário, a discórdia entre as pessoas». A nove séculos de distância é evidente que hoje nada tem a ver com esta preocupação da boa História. Mas, por absurdo, não deixa de dar que pensar numa situação corrente: a investigação do Ministério Público, em pleno século XXI, às circunstâncias em que foi produzido o depoimento de Ana Maria Salgado, tal como era ontem notícia no site do Portugal Diário e da TVI/24: «Pinto da Costa foi inquirido no Porto pela magistrada encarregue de investigar as circunstâncias em que Ana Maria Salgado prestou um depoimento favorável ao líder portista no DIAP do Porto, em Junho de 2007 (…) Confirmou a entrega de mil euros em duas tranches destinados aos filhos de Ana Maria Salgado, alegando a consideração que por ela tinha.» Francamente, como se fosse possível uma coisa destas. Mais uma cabala. Longe vai o tempo em que os chefes «inclinavam» as pessoas — enfim, o mexilhão — a contar histórias que os engrandecessem e que fossem repetidas pelos seus reputados arautos. Quanto ao facto (indesmentível) do post-scriptum ser maior do que o texto trata-se apenas de mais uma originalidade anti-social."
Isto é que é ser benfiquista com CHAMA IMENSA.

20.4.09  
Anonymous Vitória do Benfica said...

Meu Caro Silva Barqueiro
Leia o texto da Leonor Pinhão transcrito neste blogue edeverá de imediato entender que eu sabia muito bem que o Fernando era do Estrela da Amadora e sobre o qual Faquirá, enquanto treinador do Estrela da Amadora fazia segundo ele prório declarou, relatórios para o Futebol Clube do Porto, onde enaltecia Fernando.

Como compreende e eu prória acredito que como pessoa de boa fé que você meu caro silva Barqueiro o é, porque senão não visitaria este site. Esta situação de um treinador de futebol pago pelo Estrela fazer relatórios para o FCP não é sério.

Concorda certamente. Mesmo um apaixonado pelo Porto como o Senhor deve ser, não deve deixar de condenar esta atitude grosseira e desonesta do presidente do FCP.

Com os meus cumprimentos

20.4.09  
Anonymous Anónimo said...

Parece-me perfeitamente normal, num clube profissional, pedir relatorios sobre os seus jogadores emprestados para averiguar do seu comportamento e evolução.
Num clube como o Benfica, já acredito que seja a rebaldaria.

21.4.09  
Anonymous Anónimo said...

Caro Carrasco, como vê, mais valia estar caladinho no seu buraco! N é que o Nuno André Coelho estava mesmo lesionado mas parece que conseguiu recuperar a tempo para o jogo???

Os benfiquistas vivem disto, da inveja, do insulto, da falta de coerência e da insinuação reles. Para mal dos vossos pecados, isso n basta para ganhar campeonatos!

E o Zoro? Estava lesionado? Será que é jogador do Porto?
O Ruben Micael e o Nené, será que vão jogar contra o benfica? Se jogarem, será que vão pensar no Nacional ou nas notícias dos jornais? Será esta a transparência que o clube da verdade desportiva cultiva?
Tristes...

21.4.09  

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