BERREM MAIS!

O futebol português está a tornar-se um lugar irrespirável.
Tudo começou com o alimentar de uma guerra norte-sul que só servia as ambições de poder de alguns. Depois veio o Apito Dourado, quando para ganhar valia tudo, desde receber árbitros em casa nas vésperas de jogos, até espancar jornalistas não-alinhados.
Quando as coisas pareciam acalmar, chegou à presidência do nosso rival lisboeta um guerrilheiro lunático e mimado, para quem o caminho do sucesso passa por insultar o Benfica e os benfiquistas. Sucesso não alcançou, mas o resto não tem faltado.
Como se não bastasse, apareceu um sinistro diretor de comunicação mais a norte, com uma antiga e irrefreável azia anti-benfiquista, a atacar-nos por todos os meios - mesmo se criminosos, como a sistemática divulgação de correspondência privada, roubada sabe-se lá por quem.
Tudo isto encontrou um caldo mediático no qual as televisões se digladiam por uma migalha de audiência, perdendo o rigor e a compostura; e um caldo de justiça em que o Ministério Público investiga com inusitado zelo tudo o que aparece nos jornais, como o inqualificável “caso” Centeno evidenciou.
Não tenho grandes esperanças de que as coisas venham a melhorar, sobretudo enquanto o Benfica continuar a vencer. Título a título, tem sido uma tradição (Estoril, túnel, colinho, vouchers e agora mails). Quatro títulos seguidos, o barulho aumenta.
Pouco importa. O que nos seduz e apaixona passa-se dentro do campo. Aí, ganhámos 0-2, estamos a dois pontos da liderança, e só dependemos de nós para chegar ao “Penta”.

De resto, podem continuar a berrar que nós já nem ouvimos.

E IGNORÁ-LO?

É assim, a lembrar constantemente uma morte, e a atribuir culpas pela mesma, que se combate a violência?
Segundo o maior incendiário do futebol português, parece que sim.
Na verdade, combater a violência passa, antes de mais, por ignorá-lo, e ignorar tudo o que ele diz. 


COM ALMA

Num terreno difícil (para quando o fim de campos destes na 1º liga?), e perante um adversário arreganhado, o Benfica realizou uma excelente exibição. O resultado peca por escasso. Só à conta de Rafa ficaram duas bolas nos ferros, e uma perdida isolado.
Mais uma final ultrapassada. Faltam 7, todas na zona de Lisboa.

AS FINAIS


...E O MUNDO MUDOU


PS: Será que Sérgio Conceição se recorda do Benfica-V.Guimarães de 2015-16, a três jornadas do fim, e do anti-jogo que fez na Luz?

SERENIDADE

Qualquer novidade relativa a este, ou a outro caso, que envolva o Benfica, é, e será, sempre aproveitada pelos rivais, e pelos seus pontas-de-lança na comunicação social, para fazer ruído, misturar coisas, e embrulhá-las de forma a parecer aquilo que não são.
O que temos é um funcionário do Benfica (com responsabilidades, é certo, mas profissional, ex-Porto, ex-Boavista, sem nunca ter pertencido aos órgãos sociais do clube da Luz), e que já era o único arguido do caso dos e-mails, agora detido por suspeitas de corromper funcionários judiciais a troco de informações sobre o processo (eventualmente com o propósito de se defender).
A suspeita é grave, e a confirmar-se impediria, obviamente, que Paulo Gonçalves continuasse a exercer funções no clube. Mas antes é preciso que a suspeita se confirme, e dela se faça prova. Até lá, há que manter a presunção de inocência, que quando toca aos outros não tem interesse nenhum, mas quando nos toca já é importante.
É importante também salientar que estamos a falar de suspeitas que nada têm a ver com a regulamentação desportiva, nem vejo como possam ser nela enquadradas. Mesmo supondo que Paulo Gonçalves era de facto culpado daquilo que se diz, dificilmente se poderia envolver de forma directa o Sport Lisboa e Benfica nessa culpabilidade. Era o que faltava, se um de nós cometesse um crime no local de trabalho, e o empregador tivesse automaticamente de pagar por ele. Aliás, há bem pouco tempo Paulo Pereira Cristóvão (que até nem era um simples funcionário, mas um vice-presidente) depositou um cheque na conta de um árbitro, e nem por isso o Sporting sofreu consequências.
Eu prefiro, obviamente, que Paulo Gonçalves esteja inocente. E até se provar o contrário, acho que o Benfica faz bem em defendê-lo. Mas se, porventura, vier a ser condenado, então o clube só tem de o afastar, e demarcar-se firmemente dessa suposta actuação, e desses supostos métodos. Neste momento resta aguardar pelo desenvolvimento da justiça.
Inferir outra coisa qualquer, será má fé ou ingenuidade. Em qualquer dos casos, um erro.
Independentemente do que diz a comunicação social, ou por proximidade aos rivais, ou por pretender audiências, os benfiquistas deverão manter-se serenos, evitar deixar-se levar pelo tsunami mediático, e aguardar que a justiça resolva aquilo que tiver de resolver. Sempre com uma firme certeza: o Benfica é superior a todos os que o servem, ou aos que nele trabalham. É o maior clube português, e, aconteça o que acontecer, continuará a sê-lo.
Viva o Benfica!

"FICA UM SENTIMENTO DE VERGONHA"

As palavras são do médio Ewerton, referindo-se certamente à exibição dos seus colegas do sector defensivo na partida com o FC Porto.  
Aliás, exibições misteriosamente plácidas de defensores vão sendo habituais nas partidas dos portistas de há umas semanas para cá. Já no jogo da Amoreira, a meio da semana, o treinador da equipa da casa havia dito que "até metia dó ver o Estoril em campo". Agora, em Portimão, contraste absoluto entre o que alguns jogadores fizeram frente ao FC Porto, e aquilo que haviam feito contra o Benfica.

O SUSPEITO DO COSTUME

Segunda parte de elevado nível, e um craque a mostrar uma vez mais a sua imensa qualidade.

PERDOEM-LHE, POIS NÃO SABE O QUE DIZ

Por mim, estão homenageados.
Obrigado também a vocês, Campeões!
Quanto ao fantoche sem pescoço, é deixá-lo grunhir.

MENTIRA A MENTIRA, VAI-SE SABENDO A VERDADE


C(H)APELADA

O árbitro dá 4 minutos de desconto. Um jogador lesiona-se aos 93.40. Então, joga-se até aos...99 minutos. Ou até o Sporting marcar.
Não fosse Coates, e parece-me que ainda estavam a jogar...
Se, por absurdo, o Sporting ganhar o campeonato, esta sim, poderia ser a Liga "Capela".

A FESTA DO GOLO

12 golos em 3 jogos. É a resposta ao percalço do Restelo. Benfica firme na luta pelo Penta.

CAMPEÃO DO JEJUM

...nem tudo o que parece é. E Bruno de Carvalho, só à sua conta, já vai a caminho de completar um terço do total de jejum de campeonatos do Sporting.
Que continuem a votar nele!

O CIRCO CONTINUA

...e o palhaço continua a divertir-nos com os seus números.

2ª PARTE DEMOLIDORA

Ao intervalo a angústia tomava conta da Luz, e poucos imaginariam que o jogo se tornaria tão desnivelado.
O golo de Jardel, logo aos 48 minutos, teve um importante efeito tranquilizador sobre equipa e adeptos. E a partir daí, foi um festival. Futebol ofensivo, intensidade, rapidez, técnica, oportunidades e golos.
A jogar assim esta equipa do Benfica dificilmente será batida. Falta saber manter a regularidade dentro deste nível, sendo que a jogar semana a semana não haverá razões para não manter um alto índice de intensidade competitiva em cada partida.

ATÉ AO FIM

Até ao último segundo. Até à última jornada.
Rumo ao Penta!

100% DE ACORDO

"qualquer pessoa pode fazer uma denúncia anónima que este jornalista é pedófilo e violador, mesmo que não seja verdade, e um jornal colocar na capa!
Qualquer monte de esterco é livre de fazer denúncias e o DIAP, por lei, tem de investigar e isso não significa nada"
BRUNO DE CARVALHO

NA ROTA DO TÍTULO

De mansinho, contra tudo e contra todos, furando as expectativas mais pessimistas dos próprios adeptos, eis que temos o Benfica firme na perseguição aos líderes, a subir de forma a olhos vistos e com um calendário bastante apelativo na rota para o Penta-Campeonato.
Dos dez primeiros classificados, só falta ir a Alvalade. Dos dezasseis jogos que faltam, só três serão fora da grande Lisboa. e só sete serão fora do Estádio da Luz. E a jogar como jogou na Pedreira, bem podemos alimentar a esperança.
Com um super Fejsa e um Jonas no seu normal, o Benfica dominou todo o jogo, ficando a dever a si próprio a possibilidade de o ter fechado mais cedo. Só um erro de Bruno Varela deixou o Braga entrar na luta pelo resultado, mas no final prevaleceu a justiça futebolística.
O que é certo é que, no campeonato, desde o início de Outubro, empates com FC Porto e Sporting, e de resto...só vitórias.
Siga.

SÓ SE NÓS DEIXARMOS

A frase de Rui Vitória, proferida na antevisão do último dérbi, é todo um manifesto sobre aquela que deve ser a atitude a tomar pelos verdadeiros benfiquistas, perante os ataques inusitados de que têm sido alvo desde a famigerada reunião secreta do Hotel Altis entre os directores de comunicação de FC Porto e Sporting.
Os ataques não param, nem vão parar. Pelo menos até que nos vejam afastados do nosso grande objectivo, o “Penta-Campeonato”. Primeiro dispararam aos comentadores, depois aos assessores, agora também ao treinador, ao presidente e à sua família. Vale tudo para perturbar, para tentar amedrontar, para tentar condicionar, para dividir, para desestabilizar.
Porém, como diz Rui Vitória, só nos poderão verdadeiramente atingir se nós deixarmos. Somos grandes, somos fortes, e se nos mantivermos unidos, a mentira e o embuste jamais triunfarão.
Este não é o momento para questionar o sistema táctico A, a contratação B ou a venda C. O balanço da temporada futebolística faz-se no fim, e por agora está tudo em aberto quanto ao principal objectivo. Este é o momento para tocar a rebate, e mantermos-nos firmes e unidos na defesa da dignidade do Clube e de todos aqueles que o representam. Um ataque a um de nós (seja roupeiro, assessor ou dirigente) é um ataque a todos nós. E quem não souber interpretar as coisas deste modo, não estará a prestar um bom serviço ao Benfica. 
Mais do que nunca, o Benfica precisa do nosso apoio. Do apoio de todos, em todas as frentes. Seja nas bancadas do estádio, seja nos fóruns de opinião, nas redes sociais, ou mesmo nas conversas de café.

No Pasarán!

EMPATE MENTIROSO NUM GRANDE DÉRBI

Independentemente do resultado e de todas as incidências do dérbi, há que dizer, em primeiro lugar, que se tratou de um grande espectáculo. Um espectáculo que contribuiu certamente para resgatar do fundo de um poço o futebol português, e o mal que muitos lhe têm feito ultimamente. Afinal, ainda se joga dentro dos campos. E de que maneira!
Foi um jogo vibrante, empolgante, com incerteza até final, e com um grande Benfica – porventura o melhor Benfica desta temporada.
Pena que a terceira equipa não tenha estado à altura, mas já lá iremos.
O resultado não fez justiça à exibição encarnada, que em mais de dois terços do tempo de jogo encostou o leão às cordas, chegando mesmo a vulgarizá-lo, mormente na segunda parte. Um trio em grande destaque, constituído por Krovinovic, Cevi e Jonas, foi construindo, insistindo, lutando, sem que, porém, na área alguém materializasse tão vincado domínio. Muitos terão sentido saudades de Cardozo, ou de Mitroglou, nomes que conjugavam bem com a única palavra que faltou ao texto escrito pela equipa de Rui Vitória. A palavra golo.
Há que ser justo, e dar mérito à dupla de centrais do Sporting, que resolveu muitos dos problemas colocados à equipa – a qual, do meio campo para a frente, Gelson à parte, pouco existiu. E pouco existiu porque os jogadores do Benfica foram implacáveis na luta pela bola, cortando sempre os caminhos às tentativas de reacção dos leões. Mesmo quando Vitória arriscou tudo, lançando a sua equipa numa vertigem atacante raramente vista em jogos desta natureza, a segurança lá atrás foi sempre sendo garantida. 
O penálti convertido por Jonas veio trazer um pingo de razoabilidade ao resultado, e ocorrendo nos últimos minutos, acabou por deixar na boca dos benfiquistas um sabor  melhor, daquele que um outro qualquer empate normalmente mereceria.
No final, a Luz saudou com fervor os seus jogadores. Não por terem empatado em casa com o Sporting, mas por terem-no conseguido quando já talvez não se esperasse, e, sobretudo, em reconhecimento pela injustiça do resultado face a uma exibição carregada de raça, esforço e combate.
Como Jorge Jesus disse no final, o empate penaliza mais o Benfica em termos de classificação. Porém, há que dizer que, neste caso, a diferença entre a derrota e o empate era substancial, e um golo ao minuto 90 é sempre doloroso para quem o sofre, e saboroso para quem o marca. Este golo representou a manutenção do Benfica na luta pelo título, e acho que Rui Vitória terá acabado por dormir melhor do que o seu colega do outro lado.

A arbitragem esteve francamente mal. Começou com um erro grave (sobretudo do video-árbitro) ao não assinalar o fora-de-jogo (microscópico, mas real) de Acuña, no lance do golo de Gelson. Depois foi um festival. Há vários lances de possível grande penalidade, que o árbitro até poderia nem ter visto, mas (uma vez mais) o vídeo-árbitro teria obrigação de ver. Cortes com a mão de Fábio Coentrão, de Piccini e de William Carvalho, para além de um empurrão a Jardel, tudo na área sportinguista, mereceram uma interpretação que não bate certo com a de outros jogos, deste mesmo campeonato. Pelo menos os casos de Coentrão e William deveriam, claramente, ter merecido outro julgamento (ai se fossem na outra área, o folclore mediático que não haveria...). Já o último dérbi, em Alvalade, na época passada, tinha deixado vários lances de penálti por assinalar. Começa a ser uma tradição. 
Mas, enfim, prefiro guardar deste jogo o grande espéctaculo futebolístico, e a certeza de que o Benfica (sobretudo se mantiver este nível) continua vivo na luta pelo Penta.

O FUTEBOL DE QUE GOSTAMOS




No Natal, lembremo-nos do que é verdadeiramente o futebol, e porque motivo gostamos dele.
Boas Festas a todos os leitores!

QUEM QUER A GUERRA

Não é preciso ser muito inteligente para perceber quem quer, e alimenta, a guerra no futebol português. Não precisavam era de confessar de forma tão clara, para mais em vésperas de Natal.
Dirão os adeptos do FC Porto e do Sporting, convencidos daquela que julgam ser a sua verdade: então deixávamos abafar o caso?
Não necessariamente. Se julgam ter razões de queixa, apresentem-nas às autoridades judiciais e desportivas (o que penso já ter sido feito). A seu tempo a justiça dirá sem têm ou não razão (eu penso que não, eles pensarão que sim). Tudo o resto (leitura de mails privados na tv, tweets ofensivos e discursos inflamados) apenas serve para alimentar o folclore mediático, desviar atenções de fracassos desportivos, e fomentar a conflitualidade.

...É FAZER AS CONTAS

Qualquer outra coisa será aldrabar a história. Espera-se que o bom senso prevaleça face à notória mitomania de alguns.

PONTUAÇÃO À ALTURA

Olhando para a pontuação do Benfica à 15ª jornada nos últimos 30 anos, esta temporada está perfeitamente à altura de um campeão. Nesses 30 campeonatos, só em 5 deles os encarnados tinham mais pontos do que hoje - mesmo considerando, para facilitar, 3 pontos por vitória em todas as edições da prova. 
Curiosamente, duas dessas performances não acabaram bem. Em 11-12 e em 12-13 o Benfica, então de Jorge Jesus, não alcançou o título. Pelo contrário, em 88-89, 93-94, 04-05, 09-10, 13-14 e 15-16, tudo acabou em festa mesmo que, à 15ª jornada, a pontuação fosse igual ou menor do que a de agora.
A estatística vale o que vale, e nada como um "dérbi" para pôr tudo no devido lugar.

AGORA É PARA GANHAR!

Paciência...
Não se pode ir ao Jamor todos os anos. E uma derrota em Vila do Conde, num prolongamento, a jogar com dez, e com a equipa descaracterizada pelas substituições feitas pouco antes dos 90 minutos, não deslustra ninguém - sobretudo se concedida com luta e uma exibição digna.
Agora não há desculpas para falhar no que resta. Até dou de barato também a Taça da Liga (se pingar, melhor). Mas no Campeonato...no Campeonato.....Nada pode falhar!
Este é o calendário do que falta: 20 jogos, precisamente 20 jogos.
Com terreno livre, e a jogar de semana a semana, tudo o que seja menos de 18 vitórias será curto.
Venham os reforços rapidamente, pois nada, mas mesmo nada, pode falhar. E o mês de Janeiro já é a doer.


AGORA QUERO VER OS MAILS DO FC PORTO E DO SPORTING

...então sim, perante dados comparados sobre as práticas comuns dos grandes clubes portugueses, e respectivas formas de lobbyng, poderíamos fazer juízos de valor.
Do Benfica já se sabe tudo. Agora, que se saiba dos outros.
Até lá, resta apenas um crime informático. E a certeza de que, se após tantos milhares de GB de mails pirateados apenas conseguem apresentar umas trocas e baldrocas entre Pedro Guerra e os seus amigos, então muito bem cotado está o Benfica na escala das instituições portuguesas quanto à seriedade com que defende os seus interesses nos bastidores.
Por mim, tudo isto revolta-me, porque é injusto. Como me revolta qualquer crime. Mas reforça a minha confiança nos dirigentes do Benfica, pois fica à vista de todos (com este strip-tease forçado) que não fizeram nada que outros não façam (ou já fizeram...). Tenho a certeza de que, mesmo no futebol (já nem vou à política), há coisas muito mais graves do que os comentários do Pedro Guerra sobre árbitros, pedidos de bilhetes para jogos, ou informações sobre reuniões. 

UM DRAGÃO DE OURO PARA O HACKER DE PARANHOS

Eu, se fosse Carlos Rodrigues Lima (subdirector da revista Sábado), sentia-me injustiçado...
Se há quem merece um Dragão de Ouro é ele. 
Ou será que o Jota Marques dividiu o prémio, como dividiu os mails pirateados? Ou foi Lima quem os dividiu com o director de comunicação do FC Porto? 
Interesse público tinha, já agora, saber quem dividiu o quê com quem, e como. E também, não haver  cybercriminosos, ou cúmplices, a poluir jornais e revistas.
Por mim, a revista Sábado, enquanto este indivíduo constar na direcção, não entra lá em casa.

PARA ATACAR O PENTA

Ao que se diz, Rui Vitória pretende ter apenas 24 jogadores para o resto da temporada, tendo em conta o afastamento das competições europeias.
Fosse eu a escolhê-los, e seriam os constantes da figura acima. As duas incógnitas correspondem às duas contratações que, a meu ver, são necessárias (preferencialmente jogadores acima de suspeita para entrar, "de caras" na equipa titular). Trata-se de um lateral-direito (por exemplo, Cancelo ou similar), e um defesa-central (por exemplo Garay ou similar). Convinha serem rápidas, até porque o mês de Janeiro é exigente, com um Benfica-Sporting e um Braga-Benfica, entre outros compromissos importantes.
Em sentido contrário, 11 dispensas (empréstimos, vendas, ofertas, ou equipa B, conforme os casos): Pedro Pereira, Douglas, Lisandro Lopez, Kalaica, Marcelo Hermes, Filipe Augusto, Martin Chrien, Keaton Parks, Chris Willock, Ola John e Gabriel Barbosa.

MISTÉRIO

Acima, o registo desde que chegou até 12 de Setembro, ou seja, em dois meses. 9 golos! Um registo de respeito, e à altura de quem vinha substituir Mitroglou.

Daí para cá, nos três meses seguintes,... apenas um golo ao Aves. O que se passou? Que mistério esconde o avançado suíço?

DEPLORÁVEL, VERGONHOSO, INDIGNO

PS: Agora...Rumo ao PENTA!!!!!

COMO SE FOSSEM FACTOS

Não sou velho, mas ainda me lembro de saudosos tempos em que os protagonistas do futebol eram os jogadores e os treinadores. No desporto que me foi apresentado em criança, e pelo qual me apaixonei, julgo que não existiam directores de comunicação. Pelo menos não dei por eles, nem senti a falta.
O mundo mudou, e reconheço que a função se tornou necessária. Em entidades de grande dimensão, a harmonização do discurso institucional carece hoje de especialistas que ajudem a passar a mensagem sem ruídos ou equívocos interpretativos.
É absurdo, porém, que sejam eles a substituir-se aos grandes protagonistas, e a transformar-se em figuras em torno das quais aquilo que se passa no terreno de jogo quase pareça assunto menor.
Não será difícil identificar exemplos disto mesmo no futebol português, como também é fácil perceber as consequências nefastas que tal inevitavelmente traz, ou já trouxe, a uma indústria que precisa de tudo menos de chicos-espertos a debitar parvoíces como se fossem factos, lançando lama sobre êxitos alheios com o intuito de esconder fracassos próprios - como se não tivéssemos visto os jogos, ou como se os títulos tivessem sido atribuídos por mail, ou por edital afixado na Rua da Constituição.
Infelizmente, a culpa não é só deles. Toda uma comunicação social decrépita e em busca desesperada de uma polémica diária que, à custa de sangue, lhe sustente a audiência, tem de ser responsabilizada na mesma medida.
Inacreditável a polémica gerada em torno da arbitragem do clássico, que com um ou outro erro, foi perfeitamente normal. Mas...a normalidade é um luxo que já não é permitido no futebol português de hoje em dia. O ódio é tanto, que não o permite. Sempre que o Benfica conseguir um resultado positivo, sabemos com o que contar. Sempre que for campeão, irão inventar algo para desviar as atenções  e dar argumentação aos mais fanatizados nas discussões de café. Assim foi em 2005 (Estoril), em 2010 (Túnel), em 2014 (Colinho), em 2015 (Já nem me lembro o quê), em 2016 (Vouchers), em 2017 (Salazar). Assim será em 2018 (Mails) ou em qualquer ano futuro em que o Benfica vier a ser Campeão ou a conquistar algo importante. A conclusão está sempre tomada à partida ("foi beneficiado"). Resta construir uma narrativa que possa criar os sound-bytes necessários para fazer o seu caminho nos media.
Já não há limites. Ou por outra, o limite será o choque frontal contra a parede, em direcção à qual o nosso futebol parece estar a caminhar.
Por mim, ainda vou gostando do jogo. Mas, à semelhança de uma crescente maioria silenciosa, acho cada vez mais nauseabundo tudo o que é dito e escrito em seu redor. 
O que nos vai valendo é que eles não metem bolas nas balizas. E por muito que lhes custe, cá nos mantemos firmes, na luta pelo Penta.
Vamos ler de novo: P-E-N-T-A! 

RIDÍCULO

Em modo Marques...
Lamentável.

O ONZE ÓBVIO


JÁ NINGUÉM LHES LIGA

Quer continuem a ladrar para adepto ouvir e para comunicação social citar e encher chouriços, quer decidam calar-se (o que não podem fazer, pois colocavam o emprego em risco), o que é certo é que do lado de cá já ninguém lhes liga. Na verdade, rimo-nos deles. São caricaturas apalhaçadas do pior que o futebol português tem ou teve.
A estratégia até foi bem planeada na tal reunião secreta, valeu o prémio de ouro (os meus parabéns), mas acabou. Esgotou-se. Finito. Adeus.
Preocupem-se com  outras coisas (comissões e falcatruas a sul, insolvências e falcatruas a norte). No Benfica a preocupação é a luta pelo Penta. Leiam outra vez, todos comigo: P-E-N-T-A!

TUDO DE BOM, IMPERADOR!

Soube chegar. Soube estar e ganhar. Soube sair. Sempre com a máxima dignidade.
Obrigado Imperador! O teu contributo nunca será esquecido.

E APESAR DE TUDO...

À 12ª jornada, em três anos de Rui Vitória, esta temporada apresenta o melhor registo (muito idêntico ao anterior, com vantagem nos golos; e consideravelmente superior ao de 2015-16). As outras duas acabaram no Marquês. Como terminará esta?

O SENHOR 101

Impressionante!
O melhor jogador do Benfica deste século!
O terceiro de sempre na média de golos por época!
Um luxo!


INFLEXÃO?

O que está escrito atrás, escrito está. E não será um jogo bem conseguido a alterar uma opinião construída ao longo dos últimos meses.
Deus queira que os jogos bem conseguidos venham para ficar, e me obriguem a engolir tudo o que disse antes. Ninguém mais do que eu ficaria satisfeito com isso. Adoro ver o meu pessimismo desmentido por circunstâncias positivas, e quando toca a paixões, ainda mais.
Se fosse necessário escrever artigos duros para a equipa ganhar, se houvesse algum nexo de causalidade entre uma coisa e outra, certamente teriam aqui veneno todas as semanas.
Faz agora sensivelmente dois anos, escrevi um artigo muito crítico para com Rui Vitória, então acabado de chegar ao clube – com a entrada em falso de que todos se recordam. A dada altura percebi que esse texto perdera actualidade e pertinência. E achei melhor retirá-lo, num sinal de união que era necessário dar. A equipa arrancou para uma série de 25 vitórias em 26 jogos, bateu o recorde de pontos, e sagrou-se tri-campeã, naquele que foi, provavelmente, o título mais saboroso da minha vida.
O que eu gostava de ver o caso repetido…
Posto isto, direi que o jogo de ontem correu demasiado bem para tirar grandes conclusões. O adversário, que só ainda venceu dois jogos neste campeonato, e que já chegava desfalcado, cedo ficou reduzido a dez, viu saírem dois jogadores lesionados, e cometeu erros próprios de uma equipa cheia de problemas internos. O Benfica marcou a abrir o jogo, a fechar a primeira parte, a abrir a segunda, e nos descontos. Quase tudo saiu bem, e, diga-se em nome da justiça, os encarnados também fizeram por isso.
Se alguma coisa ficou demonstrada foi a clara vontade dos jogadores do Benfica em darem resposta a uma situação menos positiva. Viu-se vivacidade, empenho e, a dada altura, até alegria. Grandes golos, grandes exibições individuais, e muitas promessas para as próximas jornadas, e em particular, para a próxima jornada.
O onze base, por agora, terá de ser aquele. Diogo Gonçalves ainda não tem a maturidade de Cervi, e na baliza Bruno Varela merece mais uma oportunidade. Na defesa, um Jardel normal oferece garantias. E no meio, Krovinovic é indispensável (como bem se viu ontem, e também em…Moscovo).

Na sexta-feira sim, um teste a doer. Com um resultado positivo prometo desde já apagar o post anterior a este. É daqueles jogos que podem virar uma temporada do avesso. Oxalá aconteça.