CLASSIFICAÇÃO REAL
1ª jornada, Benfica-Académica, 1-2: quatro penáltis por assinalar a favor dos encarnados (pontapé a Saviola, corte com a mão, empurrão a Saviola, e carga nas costas de Javi Garcia). Cinco cartões amarelos exibidos a uma equipa que atacou quase sempre. 3 pontos subtraídos por Cosme Machado, logo na alvorada do campeonato. Naval-FC Porto, 0-1: golo portista obtido perto do fim, na sequência de uma grande penalidade inexistente assinalada por Paulo Baptista (bola tocou involuntariamente na mão do defesa figueirense). 2 pontos acrescentados ao FC Porto.
5ª jornada, Benfica-Sporting, 2-0: seis amarelos para jogadores do Benfica, perfazendo um total de 26 (!!!) cartões em apenas cinco jogos. Nacional-FC Porto, 0-2: corte com a mão de Rolando na sua área de rigor, sem que Bruno Paixão assinalasse a respectiva grande penalidade, com o resultado em 0-1.
14ª jornada, Benfica-Rio Ave, 5-2: mais um penálti por assinalar a favor do Benfica, por falta sobre Fábio Coentrão que Hugo Miguel não sancionou, e um penálti mal assinalado contra os encarnados. Paços de Ferreira-FC Porto, 0-3: o primeiro golo nasce de um livre inexistente, e o segundo (já em tempo de descontos) de uma grande penalidade fantasma assinalada por Soares Dias.
16ª jornada, Académica-Benfica, 0-1: golo irregular do Benfica, mas dois penaltis por assinalar a seu favor - um sobre Coentrão, que ainda lhe valeu um cartão amarelo injusto (mais tarde seria expulso), e outro por corte com a mão após cruzamento de Sálvio, a que Elmano Santos e o auxiliar fizeram vista grossa. FC Porto-Naval, 3-1: um dos golos do FC Porto foi obtido com duas bolas em campo, e com a equipa adversária praticamente parada, ante a indiferença de Cosme Machado.
17ª jornada, Benfica-Nacional, 4-2: penálti sobre Sálvio no lance que antecede o primeiro golo, que o árbitro Rui Costa deixou passar em claro. Beira-Mar-FC Porto, 0-1: golo obtido através de penálti altamente duvidoso (teatro de Hulk) assinalado por João Ferreira.
21ª jornada, Benfica-Marítimo, 2-1: penálti por assinalar em corte de Roberge com o braço, ainda na primeira parte, com o resultado a zero. Cartão amarelo ridículo a Aimar, após sofrer falta não sancionada por Vasco Santos sobre a linha da área. Olhanense-FC Porto, 0-3: penálti perdoado por João Capela a Otamendi, com o resultado ainda em branco.
22ª jornada, Sp.Braga-Benfica, 2-1: primeiro golo bracarense resultante de falta marcada por Carlos Xistra ao contrário, em lance de onde resultou também a expulsão injusta de Javi Garcia. Três jogadores do Braga por expulsar. Dois ataques cortados erradamente ao Benfica, um por alegada falta de Saviola, outro por inexistente fora-de-jogo de Cardozo. Oitavo (!) jogo da Liga em que o Benfica viu mais de 5 cartões.
24ª jornada, Paços de Ferreira-Benfica, 1-5: expulsão perdoada a Cohene logo nos primeiros minutos. Golo do Paços resultante de livre inexistente. FC Porto-Académica, 3-1: penálti escandaloso perdoado a Rolando, por corte com a mão na área, com o resultado ainda a zero. 
25ª JORNADA:
BENFICA-FC PORTO Os dois penáltis parecem-me bem assinalados. No critério disciplinar é que Duarte Gomes se espalhou por completo, poupando expulsões a Otamendi (mais cedo), Coentrão, Javi Garcia e João Moutinho, e mostrando o cartão vermelho a Cardozo de forma algo discutível (creio que um amarelo talvez se aceitasse). Resultado Real: 1-2
V.GUIMARÃES-SPORTING Ficou um penálti por assinalar, cometido por Evaldo, já perto do final do jogo. Resultado Real: 2-1
CLASSIFICAÇÃO REAL
FC PORTO 65
Benfica 63







Vejamos agora as outras modalidades, começando aleatoriamente pelo Futsal:
Agora o Andebol:
E depois o Hóquei em Patins:
E ainda o Basquetebol:
E, para terminar, o Voleibol:
Como se vê, grande parte destas competições está já em fases bastante adiantadas.

É altura de dizer basta. A brincadeira está a ir longe demais. Isto já não é futebol, nem arbitragem, nem fruta, nem apitos dourados. Isto é terrorismo, e tem de ser extorquido deste Norte que continua a envergonhar-se a si próprio.

A eficácia do veterano avançado benfiquista tem sido notável. Em pouquíssimos minutos de utilização leva já seis golos na temporada, assemelhando o seu desempenho àquilo que, em tempos, se passava com as entradas de Pedro Mantorras. Compreendo Jorge Jesus quando diz que os golos são justamente resultado do momento em que entra em campo, e acredito que, jogando de início, diante de linhas defensivas concentradas, frescas e pressionantes, o avançado não revelasse a mesma pontaria. Seja como for, a sua experiência, e a confiança que deve sentir neste momento, justificam claramente mais oportunidades, e creio que dadas as circunstâncias da temporada, essas oportunidades podem perfeitamente surgir, por exemplo, nos jogos do campeonato que faltam disputar - libertando Saviola e Cardozo para a frente europeia.